domingo, 25 de setembro de 2011

Crocodilo-anão (Osteolaemus tetraspis)

Crocodilo-anão (Osteolaemus tetraspis Cope)
Espécie da família Crocodylidae, o Crocodilo-anão é o mais pequeno dos crocodilos, não atingindo, em regra, mais de 1,5m de comprimento. Distribui-se pelos países africanos ribeirinhos do Golfo da Guiné, desde o norte de Angola até ao Senegal, onde habita em rios pouco caudalosos, em pântanos e noutras superfícies aquáticas existentes na floresta tropical das terras baixas. Alimenta-se dentro de água ou nas suas proximidades, de pequenos mamíferos, crustáceos, anfíbios e de animais invertebrados aquáticos.
Estatuto de conservação da espécie: "Vulnerável"
(Local: Parque Zoológico de Lagos)  
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domingo, 18 de setembro de 2011

sábado, 17 de setembro de 2011

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Mergulhão-pequeno (Tachybaptus ruficolis)



Mergulhão-pequeno (Tachybaptus ruficolis Pallas)

Pequena ave aquática da família Podicipedidae (com 23 a 29 cem de comprimento)  o Mergulhão-pequeno (também conhecido, em Portugal, pelas designações populares de Alçacu, Funjudo e Pato-mergulhador) distribui-se por quase toda a Europa, parte da Ásia e África. Ocorre também em Portugal, sendo uma das aves aquáticas nidificantes mais abundantes no nosso país, embora na parte norte seja raro. Nidifica em açudes, lagos, lagoas e barragens, com alguma vegetação, uma vez que os ninhos são construídos em plataformas formadas por plantas flutuantes. Pode fazer até duas posturas de 5 a 6 ovos, em cada época de nidificação, época que, em Portugal, vai, geralmente, de finais de março até ao princípio de junho. A incubação dura entre 20 e 21 dias.
A sua dieta é constituída por invertebrados aquáticos (insectos, crustáceos e moluscos) bem como por larvas de anfíbios e de pequenos peixes.
Excelente mergulhador, rapidamente se furta à observação, o que não facilita mesmo nada a vida do fotógrafo. A fraca qualidade das fotografias supra é prova disso mesmo.
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante".
(Local e data: Herdade dos Salgados - Algarve; 30 - agosto - 2011)
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domingo, 11 de setembro de 2011

domingo, 4 de setembro de 2011

Abelharuco (Merops apiaster)





Abelharuco (Merops apiaster L.)

Ave migradora, da família Meropidae, o Abelharuco (também conhecido pelas designações vulgares de Abelharuco-comum, Abelharuco-europeu, Abelheiro, Barranqueiro, Bilheirós, Melharuco e Papa-abelhas) ocorre em Portugal como visitante estival e nidificante, permanecendo entre nós, desde a chegada, normalmente no mês de abril, vindo de África, onde passa a invernada, até ao final de agosto, não sendo, porém, rara a permanência de alguns indivíduos até ao final de setembro e mesmo até mais tarde.
Embora se distribua, no nosso país, por quase todo o território do Continente, com excepção das regiões mais próximas do litoral a norte do Tejo,  o Abelharuco é uma espécie comum nas regiões a sul do Tejo, nas zonas mais quentes da Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes, a norte do mesmo rio, sendo particularmente abundante no interior do Alentejo e rara nas restantes regiões.
Nidifica em túneis escavados por macho e fêmea, geralmente em barreiras de terra, nas margens de cursos de água, ou à beira de caminhos, mas também, mais raramente, no solo, em colónias ou isoladadamente. A construção dos ninhos ocorre, em Portugal, ao longo do mês de abril, período após o qual tem lugar a postura de 4 a 9 ovos que são  incubados durante 20 dias. As crias  permanecem no ninho durante 20 a 25 dias.
A dieta desta espécie é constituída por uma grande variedade de insectos, mas especialmente por abelhas, nas regiões onde esta espécie ocorra,  insectos que podem ser capturados no solo, ou em pleno voo.
(Local e data: Baixo Alentejo, nas proximidades de Mértola; 19 - agosto - 2011)
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Trigueirão (Emberiza calandra)




Trigueirão *(Emberiza calandra L.; sin: Miliaria calandra)

Pertencente à família Emberizidae, o Trigueirão é uma ave residente e nidificante em Portugal,  bastante comum nas região interior a norte do Mondego e em todo território a sul do mesmo rio, rara no litoral a norte do Mondego, e particularmente abundante no interior da região alentejana. Frequenta zonas abertas com arvoredo disperso e, em particular, terrenos utilizados no cultivo de cereais, ainda que em pousio. Ave essencialmente granívora, alimenta-se, por via de regra, de sementes de cereais e outras, mas, especialmente durante a época de nidificação, também tem sido observada a capturar pequenos invertebrados.
Constrói os ninhos no solo, em pequenas depressões, a partir do mês de Abril, podendo criar duas ninhadas por ano, variando cada postura entre os 4 e os 6 ovos. O período de incubação vai de 12 a 14 dias e as crias permanecem no ninho entre  9 e 13 dias.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante";
*Outras designações populares: Chichorrio; Passarinho-trigueiro; Tintarraiz; Trinta-raízes.
(Local e data: Termas do Cró - Rapoula do Côa - Sabugal; junho 2011)
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