sábado, 9 de maio de 2026

Cigarrinha-das-pastagens (Cercopis intermedia)

Cigarrinha-das-pastagens (Cercopis intermedia Kirschbaum, 1868)

Classificação científica:
Reino: Animalia;
Filo: Arthropoda;
Classe: Insecta;
Ordem: Hemiptera;
Família: Cercopidae;
Género: Cercopis;
Espécie: Cercopis intermedia.

Distribuição: Europa, com destaque para a Península Ibérica e França (onde se concentra a maior parte da população mundial da espécie); Ásia Ocidental, (em torno do Mediterrâneo, Mar Negro e Mar Cáspio); e  Norte de África (Marrocos e Argélia).

Ecologia/habitat: quer como adulto, quer enquanto ninfa, ocorre em prados e pastagens e outros locais onde haja ervas, folhas e caules de outras plantas de que se alimenta, com preferência por locais quentes e ensolarados.
(Avistamento: Odiáxere; 30 - Março - 2026)

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Aves no parque da cidade (XXII): Rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros) (Fêmea)

 





Rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros Gmelin.) (Fêmea)

Ave residente e nidificante em Portugal, o Rabirruivo-preto distribui-se por todo o território do Continente, sendo embora mais comum a norte do Tejo. Refira-se ainda que a sua população ao longo de todo o território aumenta durante o Outono e o Inverno com a chegada e permanência de invernantes.
FamíliaMuscicapidae;
Estatuto de conservação da espécie (IUCN): "Pouco preocupante".
(Avistamento: Parque urbano de Almada, 8 - Maio - 2026)

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Hemípteros: Eurydema oleracea



Eurydema oleracea (Linnaeus, 1758)

Taxonomia:
Reino: Animalia;
Filo: Arthropoda;
Classe: Insecta;
Ordem: Hemiptera;
Família: Pentatomidae;
Género: Eurydema;
Espécie: Euridema oleracea.

Distribuição: espécie conhecida pela designação comum de "Percevejo-das-couves" ou "Percevejo-das-crucíferas", distribui-se por quase toda a Europa (com excepção da parte mais a norte dos países escandinavos); por regiões da Ásia Central e Ocidental e pelo Norte de África. Em Portugal ocorre no território do Continente e também no arquipélago dos Açores. Neste arquipélago, presumo eu, como espécie introduzida.

Ecologia:  a espécie, quer como aduto, quer enquanto ninfa, alimenta-se de plantas da família das Brassicaceae/Cruciferae, onde se incluem plantas cultivadas  como couves, nabos e outras hortaliças.
(Avistamento: Vila Nova de Gaia; 1 - Maio - 2026)

terça-feira, 5 de maio de 2026

Aves no parque da cidade (XXI): Verdilhão (Chloris chloris)



Verdilhão *(Chloris chloris L.) (Macho)

Pequena ave da família Fringillidae  (com 13 a 15 cm. de comprimento; envergadura de asas com cerca de 25 a 28 cm. e com 25 a 31 gr. de peso) o Verdilhão ocorre em Portugal sobretudo como residente e nidificante, embora também haja notícia da existência de migradores de passagem e de alguns escassos invernantes. Como residente é muito comum, distribuindo-se por todo o território do Continente, embora seja menos abundante nas regiões secas do interior, escasseando também a altitudes mais elevadas.
Alimentação: a dieta desta espécie é constituída essencialmente por sementes e fruta, mas, durante a época da reprodução, também captura pequenos invertebrados, mormente insectos, que consome ou dá às crias.
Reprodução: esta ave cria uma ou duas ninhadas em cada ano, começando a nidificar em Portugal a partir de Março. O ninho é construído em ramos de árvores ou arbustos, a alturas entre 1 e 5 metros. Em cada postura são incubados 4 a 6 ovos durante cerca de 13 dias. As crias abandonam o ninho 14 ou 15 dias após a eclosão. 
Estatuto de conservação da espécie (IUCN): "Pouco preocupante".
* Outros nomes comuns: Verdilhão-comum; Verdizela; Milheira-amarela; Amarelão.
(Avistamento: parque urbano de Almada; 5 - Maio - 2026)

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Aves no parque da cidade (XX): Mainá-de-crista (Acridotheres cristatellus)



 Mainá-de-crista (Acridotheres cristatellus L.) 
Também designada por Mainato-de-poupa, esta ave é originária de vários países da Ásia (China, Miamar, Cambodja, Vietname e Laos) e foi entretanto introduzida na Europa, havendo registos de nidificação, pelo menos, na Áustria e em Portugal. Esses registos no nosso país, são recentes, pois datam apenas  de 1997. Actualmente, a ave pode ser avistada durante todo o ano, sobretudo na região da Grande Lisboa, quer a Norte, quer a Sul do Tejo, onde as  suas aparições são frequentes, pelo que me tem sido dado observar.
Pertence à família Sturnidae, tal como o Estorninho-preto, com o qual apresenta algumas semelhanças, quer no aspecto geral, quer no comportamento alimentar. Distingue-se, no entanto, do estorninho em cuja companhia pode ser vista a alimentar-se, por ser de maior tamanho e por ter uma um tufo de penas (crista, ou poupa), na base do bico. Em voo, apresenta umas grandes manchas brancas nas asas que a distinguem perfeitamente do estorninho, seu familiar.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
(Avistamento: parque urbano de Almada; 20 - Abrill - 2026)