Mostrar mensagens com a etiqueta avifauna portuguesa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta avifauna portuguesa. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Alfaiate (Recurvirostra avosetta)







Alfaiate (Recurvirostra avosetta L.)
Ave limícola de apreciáveis dimensões (42 a 45 cm de comprimento e cerca de 80 cm de envergadura) e peso (até 400 gramas) e facilmente identificável, quer pela plumagem branca com manchas pretas, quer pelo bico claramente recurvado para cima, ocorre em Portugal sobretudo como invernante relativamente comum, sendo especialmente abundante nos estuários do Tejo e do Sado, onde, durante a invernada, podem ser avistados bandos com algumas centenas (eventualmente milhares) de indivíduos. Existe também uma pequena população nidificante, com 4/5 centenas de casais concentrada sobretudo no litoral do sotavento algarvio (Sapal de Castro Marim e salinas de Santa Luzia, na Ria Formosa)
Família: Recurvirostridae;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Clicando nas imagens, amplia)

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Perna-vermelha-comum (Tringa totanus)





Perna-vermelha-comum *(Tringa totanus L.)
Ave limícola da família Scolopacidae, ocorre em Portugal como invernante e como migrador de passagem bastante comum e como nidificante raro. É avistável sobretudo ao longo do litoral principalmente nos meses de Agosto a Abril e também pode ser encontrado, embora raramente, em algumas zonas húmidas do interior. A população nidificante em Portugal não tem grande expressão numérica, havendo, no entanto, notícia de alguns casos de nidificação em salinas, aquaculturas e sapais, mormente em locais na proximidade dos estuários do Mondego, do Tejo e do Sado, bem como na Ria Formosa e na Reserva de Castro Marim.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
* Outros nomes comuns: Perna-vermelha; Chalreta; Maçarico; Xibele.
(Local e data do avistamento: Estuário do Tejo - Baía do Seixal; 4 - Dezembro 2018)
(Clicando nas imagens, amplia)

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Rola-do-mar (Arenaria interpres)



Rola-do-mar * (Arenaria interpres L.)
Ave limícola que ocorre em Portugal como invernante e migradora de passagem relativamente comum, frequentando sobretudo os estuários, lagoas costeiras e zonas rochosas no litoral.
Fora da época das migrações e da invernada, permanece em território português uma população não muito numerosa constituída por indivíduos ainda não reprodutores. 
A alimentação da espécie é constituída principalmente por invertebrados aquáticos. 
FamíliaScolopacidae .
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
* Outros nomes comuns: Vira-pedras; Rolinha; Pírula.
(Local e data do avistamento: Estuário do Tejo - Cova do Vapor - Trafaria  - Almada; 09-10-2018)
(Clicando nas imagens, amplia)

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Poupa (Upupa epops)

Poupa (Upupa epops L.)
Ave de média dimensão (27 cm de comprimento), também designada, vulgarmente, por Boubela e  Poupa-pão, ocorre em Portugal como residente e nidificante relativamente comum, sendo observável  em todo o território do Continente. 
Família: Upupidae;
Dieta: a ave alimenta-se sobretudo de insectos e larvas, capturando alguns deles sondando o solo com o seu bico comprido.
Nidificação: constrói o ninho em cavidades que encontra, quer nas árvores, quer em edifícios em ruínas. A postura, em geral, não ultrapassa 8 ovos, que são incubados durante 15 ou 16 dias. As crias abandonam o ninho cerca de 26 dias após a eclosão.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e data do avistamento: Estuário do Tejo - Baía do Seixal; 26 - Outubro - 2018)
(Clicando na imagem, amplia)

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Gralha-preta (Corvus corone)





A Gralha-preta (Corvus corone L.) (em inglês: Carrion Crow) é uma ave da família Corvideae (Ordem: Passeriformes) que se distribui pela Europa Ocidental, por boa parte da Ásia, incluindo a Sibéria e pelo Norte de África. É ave residente e nidificante em Portugal onde se distribui,  embora não uniformemente, por quase todo o território do Continente, sendo, no entanto, pouco comum no Algarve e nas zonas fronteiriças do Alto e Baixo Alentejo. É uma ave omnívora que pode ocorrer numa multiplicidade de habitats, incluindo em parques urbanos.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Locais e data do avistamento: Amora e Seixal; 2 - Outubro - 2018)
(Clicando nas imagens, amplia)

domingo, 5 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Bico-de-lacre (Estrilda astrild)




Bico-de-lacre  (Estrilda astrild L.) 
Não foi a primeira vez que avistei esta ave. Já em 2008 a encontrei nas proximidades da Lagoa de Santo André. Porém, encontrá-la no Parque da Paz, em Almada, foi uma novidade.
Sobre a ave, mais informação: aqui
(Local e data: Parque da Paz - Almada; 15 - novembro - 2011)
(clicando sobre as imagens, amplia)

domingo, 16 de outubro de 2011

sábado, 15 de outubro de 2011

Um viajante "sortudo": Chasco-cinzento (Oenanthe oenanthe)

(1)

 (2)

 (3)

(4)
Um viajante "sortudo" este Chasco-cinzento (Oenanthe oenanthe L.). 
Ainda há dias (em 27 de setembro) andava a passear pelas alturas da Serra da Estrela (foto 1) e já em 10 de Outubro andava todo satisfeito por estas bandas (fotos 2, 3 e 4). Quando digo "por estas bandas", quero eu dizer, por Almada - Parque da Paz, onde aparece, todos os anos, por esta altura. Mas "sortudo" porquê? Ora, está bem de ver:  não teve que pagar portagens.
(Clicando nas imagens, amplia)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Regresso dum migrante: Papa-mosca-preto






Papa-moscas-preto (Ficedula hypoleuca Pallas)

(Série de imagens para assinalar o regresso do Papa-moscas-preto)
Mais informação: aqui.
(Local e data: Parque da Paz - Almada; 10 - outubro - 2011)
(Clicando nas imagens, amplia)

sábado, 17 de setembro de 2011

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

domingo, 11 de setembro de 2011

domingo, 4 de setembro de 2011

Abelharuco (Merops apiaster)





Abelharuco (Merops apiaster L.)

Ave migradora, da família Meropidae, o Abelharuco (também conhecido pelas designações vulgares de Abelharuco-comum, Abelharuco-europeu, Abelheiro, Barranqueiro, Bilheirós, Melharuco e Papa-abelhas) ocorre em Portugal como visitante estival e nidificante, permanecendo entre nós, desde a chegada, normalmente no mês de abril, vindo de África, onde passa a invernada, até ao final de agosto, não sendo, porém, rara a permanência de alguns indivíduos até ao final de setembro e mesmo até mais tarde.
Embora se distribua, no nosso país, por quase todo o território do Continente, com excepção das regiões mais próximas do litoral a norte do Tejo,  o Abelharuco é uma espécie comum nas regiões a sul do Tejo, nas zonas mais quentes da Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes, a norte do mesmo rio, sendo particularmente abundante no interior do Alentejo e rara nas restantes regiões.
Nidifica em túneis escavados por macho e fêmea, geralmente em barreiras de terra, nas margens de cursos de água, ou à beira de caminhos, mas também, mais raramente, no solo, em colónias ou isoladadamente. A construção dos ninhos ocorre, em Portugal, ao longo do mês de abril, período após o qual tem lugar a postura de 4 a 9 ovos que são  incubados durante 20 dias. As crias  permanecem no ninho durante 20 a 25 dias.
A dieta desta espécie é constituída por uma grande variedade de insectos, mas especialmente por abelhas, nas regiões onde esta espécie ocorra,  insectos que podem ser capturados no solo, ou em pleno voo.
(Local e data: Baixo Alentejo, nas proximidades de Mértola; 19 - agosto - 2011)
(Clicando nas imagens, amplia)