sábado, 10 de julho de 2010

Garça-boieira (Bubulcus ibis)(Juvenil)

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(3)

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Enquanto as fotos 1 e 2 (obtidas em 7 de Junho de 2010) nos mostram um juvenil de Garça-boieira, ou Garça-vaqueira (Bubulcus ibis L.) com o bico integralmente escuro, as referenciadas sob os números 3 e 4 (obtidas no mesmo local, um mês depois, em 7 de Julho de 2010) mostram-nos a mesma ave, segundo presumo, com um bico amarelo, como é próprio das aves adultas desta espécie, bico onde apenas restam algumas manchas de cor inicial.
(Local: Parque da Paz - Almada)
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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Galeirão-comum (Fulica atra)

Galeirão-comum (Fulica atra L.)
O Galeirão-comum é uma ave, da família Rallidae, que ocorre, como residente e nidificante, na Europa, Ásia, África e Austrália, frequentando zonas húmidas,  providas de água, como pauis, lagoas, incluindo as costeiras, lagos, açudes e charcas, locais onde nidifica. Em Portugal, é mais abundante no sul do território do Continente (Alentejo e Algarve) do que no norte e nas regiões do litoral centro, relativamente ao interior norte e centro. Há também notícia da sua ocorrência, no arquipélago dos Açores, não havendo, no entanto, confirmação de nidificação em nenhuma das ilhas.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
(Local e data: Parque da Paz - Almada; 07-Julho-2010)
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domingo, 4 de julho de 2010

Pardal-francês (Petronia petronia)

Pardal-francês (Petronia petronia L.)
Esta ave, da família Passeridae, distribui-se por vários países da Europa meridional e ocidental e por algumas regiões da Ásia e do norte de África. É uma ave residente e nidificante em Portugal, embora não muito abundante, sendo observável em todo o Alentejo, no Ribatejo, na Beiras (Baixa e Alta) em Trás-os-Montes e Alto Douro e no arquipélago da Madeira, preferindo zonas rochosas com poucos matos, terrenos fracamente arborizados, podendo também ser encontrada em povoações com pequena densidade populacional, ou em povoações abandonadas. Nidifica em cavidades de árvores, em buracos nas paredes de edifícios (sobretudo em edifícios em ruínas) e em escarpas rochosas. É uma ave granívora, mas alimenta-se também de insectos.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
(Local e datas: Rapoula do Côa - Sabugal; 17,18,19-Junho-2010)
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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Calopteryx splendens

(Macho)

(Fêmea)

(Macho e fêmea  prestes a acasalar)

(Acasalamento)

Este insecto (Classe), com o nome científico de Calopteryx splendens Harris*, da família Calopterygidae** (Ordem: Odonata**; Subordem: Zygoptera) é conhecido entre nós pelos nomes comuns de Libélula, Libelinha e mais apropriadamente (diz quem sabe?) por Donzelinha.
É uma espécie que ocorre na Europa e Ásia e é frequente encontrá-la em Portugal, sobretudo ao longo dos rios. Por exemplo, no rio da minha terra (Côa), onde as imagens foram captadas, é uma espécie muito abundante.
Designação noutros idiomas: Banded Demoiselle (Inglês); Agrion éclatant (Francês); Gebänderte Prachtlibelle (Alemão)

(Na hiperligação assinalada com o sinal *, pode o leitor encontrar mais informação sobre a espécie. O sítio está escrito em inglês, mas a tradução automática funciona menos mal. Em inglês, estão também os textos  para que remetem as hiperligações assinaladas com **).
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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Sapo-comum (Bufo bufo)


Sapo-comum (Bufo bufo L.)
Anfíbio (Classe) da Ordem Anura e da Família Bufonidae, o Sapo-comum distribui-se por quase toda a Europa e Ásia e pelas montanhas do norte de África. Passa a maior parte do tempo fora de água, em terrenos com alguma humidade (em hortas e outros campos de regadio) mas as fêmeas têm que regressar à água (charcos e pequenos cursos de água, para ali depositarem os ovos, donde, após o período de incubação, emergirão os girinos. Alimentam-se principalmente de insectos, aranhas, lesmas e vermes, pelo que, apesar do seu aspecto pouco agradável, é tratado como animal amigo pelo hortelão.
(Local e data: Sabugal; 26-Junho-2010)
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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus)

Ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus L.)
O Ouriço-cacheiro é um pequeno mamífero, da família Erinaceidae que apresenta o corpo coberto de espinhos, que lhe servem de defesa contra os seus predadores. Do ponto de vista alimentar, o ouriço-cacheiro é essencialmente um insectívoro, mas come também outros animais, como minhocas, baratas, caracóis e  pequenos répteis, não desdenhando também frutos que encontre no chão. É um animal originário da Europa, havendo notícia de que terá sido introduzido na Nova Zelândia.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
(Local e data: Sabugal; 17-Junho 2010)
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domingo, 6 de junho de 2010

Fauna da Tunísia: Chasco-preto (Oenanthe leucura)



Chasco-preto (Oenanthe leucura Gmelin)
Ave da família Muscicapidae  tem a sua distribuição limitada ao Norte de África e Península Ibérica. Em Portugal, embora seja uma ave residente, a sua ocorrência tem vindo a diminuir e, actualmente, é não só rara, mas também limitada geograficamente à região do Alto Douro, entre o Douro Internacional e o Rio Tua, e à zona de fronteira com Espanha, ao longo do Tejo Internacional.
(Local e data: Ruínas romanas de Sbeitla - Tunísia; 07-Abril-2010) 
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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Fauna da Tunísia: Emberiza striolata


Emberiza striolata Lichtenstein
Esta ave da família Emberizidae, distribui-se por todo Norte de África, (deste os países do Mediterrâneo, ao Norte, até ao Chade, Etiópia e Eritreia, ao Sul) e por diversos países da Ásia, (desde o Médio Oriente e Turquia , a Ocidente, até à India, a Oriente) tendo o seu habitat em zonas áridas e desérticas.
Não se conhece designação vulgar em português. Em inglês é designada por Striolated Bunting ou Mountain Bunting e em francês,  por Bruant striolé.
(Local e data. Deserto nos arredores de Chenini -Tunísia; 04-Abril-2010)
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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Joaninha-de-sete-pontos (Coccinella septempunctata)

Insecto da família Coccinellidae, a Joaninha-de-sete-pontos (tradução literal da designação científica : Coccinella septempunctata L. ) ou simplesmente Joaninha (designação que partilha com outros insectos da mesma família)  caracteriza-se e identifica-se facilmente pelos élitros de cor vermelha onde sobressaem sete pontos pretos (três em cada élitro e um mais largo na junção dos dois). É a "Joaninha" mais comum na Europa e é um voraz predador de pulgões, razão pela qual tem sido introduzida noutras regiões para combater pragas desses outros insectos que causam prejuízos na agricultura.
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terça-feira, 1 de junho de 2010

Borboleta-monarca (Danaus plexippus)

A Borboleta-monarca (Danaus plexippus L.) é a borboleta mais conhecida da América do Norte, principalmente devido à suas maciças migrações anuais: em direcção ao Sul, de Agosto a Outubro e em sentido contrário, durante a Primavera.
Esta borboleta da família Nymphalidae, também se encontra em alguns países europeus, designadamente em Portugal, ou como residente nos Açores e na Madeira, ou como migrante ocasional, havendo, no entanto, quem afirme existirem indícios da existência duma colónia desta espécie estabelecida no Sul do território continental de Portugal (Fonte).
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domingo, 30 de maio de 2010

Coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus)

Coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus L.)

Também designado por Coelho-europeu, ou  Coelho-comum, o Coelho-bravo é uma espécie da família Leporidae, podendo as suas populações "ser agrupadas em duas subespécies distintas: Oryctolagus cuniculus cuniculus e Oryctolagus cuniculus algirus. A primeira inclui o coelho-bravo da Europa Central, assim como as populações que dele derivaram, respectivamente as que ocorrem em França, Grã-Bretanha, Austrália, Nova Zelândia, América do Sul, e ainda todas as raças de coelho doméstico. Na segunda, inserem-se as populações ibéricas, do Norte de África e de várias ilhas atlânticas e mediterrânicas" (Fonte).
No que respeita ao estatuto da conservação da espécie, a situação diverge conforme as regiões. Naquelas onde a espécie não foi atingida pela Mixomatose e pela Doença Hemorrágica Viral, o Coelho-bravo é frequentemente considerado como uma praga, dada a sua grande fecundidade. Onde a espécie tem sido atingida por aquelas doenças, a sua população tem vindo a diminuir, facto que tem contribuído para o decréscimo de outras espécies, como o lince ibérico, por exemplo, já que o coelho-bravo constitui a base da sua alimentação.
(Local e data: Parque da Paz - Almada; 30-Maio-2010)
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sábado, 29 de maio de 2010

Fauna da Tunísia: Dromedário (Camelus dromedarius)

(1)

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Numa série dedicada à fauna da Tunísia não podia faltar uma referência ao Dromedário (Camelus dromedarius L.) animal especialmente adaptado à vida do deserto que, como é sabido, ocupa uma grande parte daquele país. Na foto (1) temos um animal adulto e, na foto (2), uma parte do rebanho onde aquele se integrava, um e outro fotografados algures no deserto, entre Douz e Ksar Ghilane.
(Data: 06-Abril-2010)
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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Ganso-doméstico (Anser anser domesticus & Anser cygnoides)

(1)

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Mais novidades no Parque da Paz, em Almada:
(1) Ninho de Ganso-doméstico (Anser anser domesticus & Anser cygnoides L.);
(2) Fêmea de Ganso-doméstico no choco;
(3) Fêmea de Ganso-doméstico com duas crias.
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Curiosidades da natureza: Melro sem cauda

Melro-preto (Turdus merula L.) sem cauda
(Local e data: Parque da Paz - Almada; 01-Março-2010)
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terça-feira, 25 de maio de 2010

Rabirruivo-de-testa-branca (Phoenicurus phoenicurus)


Rabirruivo-de-testa-branca (Phoenicurus phoenicurus L.)
Ave da família Muscicapidae, distribui-se por quase toda a Europa, onde ocorre como nidificante e onde é avistável de Março a Setembro, mês a partir do qual migra para África, onde passa a invernada. Em Portugal distribui-se de Norte a Sul do território do Continente, mas de forma irregular. A Norte do Tejo é mais frequente nas zonas do interior, existindo poucos sinais da sua presença na metade mais próxima do litoral. A Sul do Tejo verifica-se exactamente a situação contrária, pois é mais frequente nas zonas próximas do litoral. Em qualquer caso, a espécie não é particularmente abundante. Nidifica em cavidades de  árvores velhas, especialmente de castanheiros, sobreiros, carvalhos e oliveiras e, sem surpresa, é  nas zonas  onde ocorrem estas espécies que existem as maiores concentrações de aves desta espécie.
(Local e data: Troviscal - Sertã; 19- Maio-2010)
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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Louva-a-deus (Empusa pennata)

(Fêmea de Empusa pennata Thunberg)
Insecto da família Empusidae a Empusa pennata é conhecida entre nós pela designação comum a outras espécies da mesma Ordem (Mantodea) de Louva-a-deus. A distribuição desta espécie está limitada a Portugal, Espanha, França e Itália, ocorrendo em terrenos de matos secos e em zonas próximas do litoral.
Local e data:  Arriba Fóssil - Costa da Caparica; 17- Maio-2010)
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