quinta-feira, 9 de junho de 2011

segunda-feira, 16 de maio de 2011

terça-feira, 10 de maio de 2011

Chapim-real (Parus major) (Juvenil)


Chapim-real (Parus major L.) (Juvenil)
( Mais informação e imagens do Chapim-real: aqui; aqui e aqui)
(Local e data: Serra da Arrábida; 10- maio - 2011)
(Clicando sobre as imagens, amplia)

domingo, 8 de maio de 2011

Rola-turca (Streptopelia decaocto)


Rola-turca (Streptopelia decaocto Frivaldszky)

Ave da família Columbidae, a Rola-turca, também designada por Rola-da-Índia, tem vindo a expandir, nas últimas décadas, a sua área de distribuição, originalmente limitada "a regiões temperadas desde o sudeste da Europa até ao Japão". A Portugal terá chegado apenas em meados da década de setenta do século passado, mas encontrou aqui, boas condições para se desenvolver, sendo actualmente uma ave residente e nifidicante muito abundante. Encontra-se, mesmo com frequência,  em parques e jardins no interior das cidades, onde também nidifica.
 Faz várias posturas por ano, construindo o ninho em árvores com pequenos ramos formando uma simples plataforma (exemplo aqui), onde põe 2 ovos que são incubados durante um período que, geralmente, não excede os 13-14 dias.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e data: parque da Paz - Almada; 05 - maio - 2011)
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quinta-feira, 5 de maio de 2011

sexta-feira, 22 de abril de 2011

quarta-feira, 20 de abril de 2011

domingo, 17 de abril de 2011

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Voo das aves: Pega-rabilonga


Pega-rabilonga, ou Pega-rabuda (Pica pica L.)

(Local e data: Vale de Pasabagi - Capadócia - Turquia; 30 - março- 2011)
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Carcará (Caracara plancus)

Carcará (Caracara plancus Miller; sin: Polyborus plancus)

Ave da família Falconidae de apreciável dimensão (podendo atingir até 60 cm de comprimento e 130 cm de envergadura de asas) é também designado vulgarmente por CaracaráCarancho e Gavião-caracará.
Distribui-se por toda a América do Sul, com excepção da cordilheira dos Andes, passando pela América Central até ao sul e sudeste dos Estados Unidos na América do Norte, habitando em estepes e zonas de pastagens, podendo também encontrar-se em regiões de floresta e em zonas húmidas.
É uma ave oportunista no que respeita à dieta, variável consoante as disponibilidades, dieta que tanto pode consistir em cadáveres  (gado e peixe morto) como em caranguejos, lagartos, cobras, anelídeos e mesmo insectos, ovos e crias de outras aves.
Constrói o  ninho, de grandes dimensões, em arbustos, em árvores, ou mesmo no chão,  pondo a fêmea, geralmente, dois ovos que são incubados durante cerca de 30 dias, ninho que as crias abandonam ao fim de cerca de três meses.
Estatuto de conservação da espécie:" Pouco preocupante"
(Local: Jardim Zoológico de Lisboa)
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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Pega-rabilonga (Pica pica)

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Pega-rabilonga, ou Pega-rabuda (Pica pica L.)
Mais informação: aqui.
[Imagens captadas na Turquia: em Konya: fotos 2 e 3; no Vale de Pasabagi (Capadócia): foto 1; em março de 2011]
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domingo, 3 de abril de 2011

Estorninho-malhado (Sturnus vulgaris)

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 Estorninho-malhado (Sturnus vulgaris L.)

Esta não é a primeira vez que aqui se publica uma fotografia de Estorninho-malhado, mas nunca fotografei esta ave em Portugal, onde ocorre como invernante, no território do Continente e como nidificante e residente, nas ilhas dos Açores.Fotografei-a, pela primeira vez na Polónia, em condições pouco favoráveis. As imagens agora publicadas, com mais qualidade, vieram directamente de Konya (1) e de Saratli (2) (Turquia).
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terça-feira, 22 de março de 2011

Corvo-comum (Corvus corax)



[Corvo ou Corvo-comum (Corvus corax L.) na praia !]
Mais informação: aqui
(Local e data: Fonte da Telha - Almada; 21- março - 2011)
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domingo, 20 de março de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

Palanca-ruana (Hippotragus equinus)

Palanca-ruana (Hippotragus equinus Desmarest)

Mamífero herbívoro da família Bovidae, a Palanca-Ruana, ou Palanca-vermelha, tem o seu habitat em África, nas regiões de floresta e savana, a sul do Sahara.
Animal gregário, que vive em pequenas manadas constituídas por um macho reprodutor dominante, fêmeas adultas e crias, é bastante corpulento, apresentando: um comprimento total de 240-264 cm, para o macho e de 220-245 cm, para a fêmea; altura de 150-160 cm (macho) e 140-150 (fêmea); e peso de 260-300 kg (macho) e 225-275 kg (fêmea);
Como marca distintiva mais saliente apresenta uma máscara facial branca e negra.
Tem como dieta principal ervas altas, mas, na falta destas, alimenta-se não só doutras ervas, como também de folhagem de arbustos, tubérculos e rebentos.
A época de acasalamento pode ocorrer em qualquer altura do ano. A gestação dura entre  268 e 280 dias, finda a qual, nasce apenas uma cria que é amamentada durante um período que pode ir até aos 8 meses.
Estatuto de conservação da espécie: "Dependente de conservação".
(Local: Jardim Zoológico de Lisboa)
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quarta-feira, 16 de março de 2011

Chita (Acinonyx jubatus)


Chita (Acinonyx jubatus Schreber)

A Chita, também designada, vulgarmente, por GuepardoLeopardo-caçador, ou Onça-africana é um animal carnívoro da família Felidae, que vive, no estado selvagem, em regiões de savana em África e em zonas semi-áridas do sudoeste da Ásia, embora as populações asiáticas sejam, presentemente,  de reduzida expressão.
É considerado o animal terrestre mais veloz podendo atingir velocidades da ordem dos 110-120km/h. Usa o método da perseguição para caçar as presas (geralmente: gazelas, antílopes e impalas) em corridas curtas (à volta de 400 metros) desistindo da captura se, após a breve corrida, não atingir o seu objectivo. Frequentemente, as presas capturadas pela Chita são-lhe roubadas por outros carnívoros, em especial por leões e hienas que se aproveitam do facto de a Chita ficar exausta após a perseguição e a captura.
Em cada gestação, a fêmea pode gerar entre uma e seis crias que são desmamadas cerca de seis meses após o parto.
Estatuto de conservação da espécie: "Vulnerável", devido à caça e à diminuição das presas disponíveis.
(Local: Jardim Zoológico de Lisboa)
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domingo, 13 de março de 2011

Rola-diamante (Geopelia cuneata)

Rola-diamante (Geopelia cuneata Latham)
Esta pequena ave (19-24 centímetros de comprimento, incluindo a cauda) da família Columbidae é originária da Austrália, onde habita em zonas áridas e semi-áridas com alguma vegetação (que a ave aproveita para nela construir o ninho constituído por uma simples plataforma feita de pequenos ramos e ervas secas) e onde haja, nas proximidades, algum reservatório de água.
Alimenta-se à base de sementes, sobretudo, de gramíneas, mas também de ervas e de pequenos invertebrados, designadamente de formigas.
A nidificação ocorre geralmente após as chuvas, dependendo também da maior ou menor disponibilidade de alimentos. A postura, por regra, é de dois ovos, incubados durante 13 dias pelo macho e pela fêmea.
Esta espécie é frequentemente criada em cativeiro, pois adapta-se a essa situação e  reproduz-se facilmente em tais condições.
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante.
(Local: Jardim Zoológico de Lisboa)
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quarta-feira, 2 de março de 2011

Tentilhão-sociável (Lonchura striata domestica)


Tentilhão-sociável (Lonchura striata domestica)
Considerada simultaneamente como uma subespécie da ave originária da China, designada por Lonchura striata Vieillot e como um híbrido dela derivado (fértil, no entanto) esta pequena ave (11 centímetros) designada no Brasil por Manon, é fruto de cruzamentos realizados no Japão com outras espécies do mesmo género. Como tal, não existe na natureza em estado selvagem, conhecendo-se variedades europeias, americanas e asiáticas.
A sua dieta é constituída por pequenos de grãos de cereal e por vegetais, designadamente, folhas de couve e de almeirão. A nidificação pode ter lugar em qualquer época do ano. O período de incubação dos ovos (geralmente entre 5 e 6, em cada postura - até 4 em cada período anual) é de 18 dias, sendo realizada pelo macho, de noite, e de dia, pela fêmea.
(Local: Jardim Zoológico de Lisboa)
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Arara-nanica ( Ara nobilis nobilis)

Arara-nanica ( Ara nobilis nobilis L. sin: Diopsittaca nobilis nobilis L.)

Das três subespécies conhecidas de Arara-nanica * (Ara nobilis L.; sin: Diopsittaca nobilis L.) (Família: Psittacidae) uma delas, a   Ara nobilis nobilis L.** (na imagem) distribui-se por uma parte da América do Sul, abrangendo o leste da Venezuela, as Guianas e o norte do Brasil, habitando em savanas, matas e florestas, incluindo na proximidade de terras cultivadas, onde se alimenta de sementes, flores,  frutos e de plantas de cultivo. Constrói o ninho em cavidades de árvores, onde põe de 2 a 4 ovos chocados principalmente pela fêmea.
* No Brasil a espécie é também designada por maracanã-nobre; ararinha; e  maracanã-pequena.
** As outras são:  Diopsittaca nobilis  cumanensis Lichtenstein; Diopsittaca nobilis longipennis Neumann;
(Local e data: Jardim Zoológico de Lisboa; 10 - dez. - 2009)
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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Macaco-aranha-da-Colômbia (Ateles fusciceps robustus)


Macaco-aranha-da-Colômbia (Ateles fusciceps robustus Allen)

O Macaco-aranha-da-Colômbia  (nas imagens) é uma das subespécies em que se divide a espécie Ateles fusciceps Gray, espécie de primata da família Atelidae que vive em florestas tropicais húmidas desde o Sul do Panamá, na América Central, até ao Sudoeste da Colômbia e  Noroeste do Equador, na América do Sul. É uma espécie diurna e arborícola, alimentando-se, normalmente, de frutos, folhas e sementes e, eventualmente, de insectos e ovos.
Reproduz-se em cativeiro.
Estatuto de conservação da espécie: "Em perigo crítico", devido à caça que lhe é movida e à desflorestação e consequente destruição do seu habitat. 
(Data e local: 10 - dezembro - 2009; Jardim Zoológico de Lisboa. Este participa no Programa Europeu de Reprodução desta Espécie -EEP)
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domingo, 6 de fevereiro de 2011

O voo das aves: Garça-real (Ardea cinerea)



Garça-real (Ardea cinerea L.) em voo
Sobre a Garça-real (designada no Brasil por Garça-real-europeia), mais informação: aqui.
(Local e data: Parque da Paz - Almada; 21 - Janeiro - 2011)
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011