quarta-feira, 13 de julho de 2011

Ninhos na serra


Ninhos encontrados na Serra da Estrela, nas proximidades da Lagoa Comprida, cujos artífices e "proprietários" não consegui identificar.
Que mais não seja, ficam por aqui a documentar a sua própria beleza e a arte das aves que os construíram.
(Data: 17 - junho -2011)
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sábado, 9 de julho de 2011

Pato-carolino (Aix sponsa)


Pato-carolino (Aix sponsa L.) (Macho)

Ave da família Anatidae, o Pato-carolino é originário da América do Norte (principalmente das costas leste e oeste dos Estados Unidos) onde habita em lagos e pântanos. Também se encontra, por vezes, em liberdade, na Europa, admitindo-se que, nuns casos, se trate de visitantes raros. O mais provável, porém, é que se esteja perante indivíduos evadidos dalgum jardim zoológico, como deve ser o caso do exemplar das imagens.
Estatuto de conservação da espécie: As populações desta espécie têm tido uma grande recuperação, depois de um acentuado declínio verificado até às primeiras duas décadas do século XX, devido a caça excessiva,  sendo o seu estatuto actual o de "Pouco preocupante".
(Local e datas: Parque da Paz - Almada; 18 e 20 - abril - 2011)
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terça-feira, 5 de julho de 2011

Andorinha-dáurica (Cecropis daurica)


Andorinha-dáurica (Cecropis daurica L.; sin: Hirundo daurica)

A Andorinha-dáurica é ave migradora, da família Hirundinidae, que ocorre em Portugal como uma espécie estival e nidificante  e que permanece entre nós desde fevereiro até ao final do verão, migrando depois para a África a sul do Sará. Em Portugal distribui-se por quase todo o território, embora de forma irregular, sendo mais abundante no interior do que no litoral, sendo mesmo rara nalgumas regiões do litoral norte.A população desta espécie, no território português, tem vindo a aumentar nas últimas décadas, tendo passado de muito rara a relativamente comum, embora  a sua população continue a ser escassa em relação a outras espécies de andorinhas.
Para a construção do ninho, com a forma de uma taça feita de lama, com um túnel de acesso que chega a ter 14 cm de comprimento, utiliza, por via de regra, construções humanas (pontes, viadutos e edifícios em ruínas) embora haja registo de ninhos construídos em fragas rochosas, nalgumas regiões.
Durante a época da nidificação, coincidente com o período de permanência em Portugal, chega a fazer três posturas de 3 a 5 ovos, cada uma, sendo os ovos incubados durante 13 a 16 dias. As crias permanecem no ninho entre 22 a 26 dias.
A sua dieta é constituída por insectos de várias espécies capturados em pleno voo.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e data: Malcata - Sabugal; 23 - junho - 2011)
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domingo, 26 de junho de 2011

Picanço-barreteiro (Lanius senator)




Picanço-barreteiro (Lanius senator L.)
Mais informação: aqui.
(Local e data: Termas do Cró -  Rapoula do Côa - Sabugal; 25 - junho -2011) 
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domingo, 19 de junho de 2011

Alvéola-branca (Motacilla alba alba)

Alvéola-branca, ou Alvéola-branca-comumMotacilla alba alba)
Mais informação: aqui
(Local e data: Rapoula do Côa - Sabugal; 18 - junho - 2011)
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quinta-feira, 9 de junho de 2011

segunda-feira, 16 de maio de 2011

terça-feira, 10 de maio de 2011

Chapim-real (Parus major) (Juvenil)


Chapim-real (Parus major L.) (Juvenil)
( Mais informação e imagens do Chapim-real: aqui; aqui e aqui)
(Local e data: Serra da Arrábida; 10- maio - 2011)
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domingo, 8 de maio de 2011

Rola-turca (Streptopelia decaocto)


Rola-turca (Streptopelia decaocto Frivaldszky)

Ave da família Columbidae, a Rola-turca, também designada por Rola-da-Índia, tem vindo a expandir, nas últimas décadas, a sua área de distribuição, originalmente limitada "a regiões temperadas desde o sudeste da Europa até ao Japão". A Portugal terá chegado apenas em meados da década de setenta do século passado, mas encontrou aqui, boas condições para se desenvolver, sendo actualmente uma ave residente e nifidicante muito abundante. Encontra-se, mesmo com frequência,  em parques e jardins no interior das cidades, onde também nidifica.
 Faz várias posturas por ano, construindo o ninho em árvores com pequenos ramos formando uma simples plataforma (exemplo aqui), onde põe 2 ovos que são incubados durante um período que, geralmente, não excede os 13-14 dias.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e data: parque da Paz - Almada; 05 - maio - 2011)
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quinta-feira, 5 de maio de 2011

sexta-feira, 22 de abril de 2011

quarta-feira, 20 de abril de 2011

domingo, 17 de abril de 2011

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Voo das aves: Pega-rabilonga


Pega-rabilonga, ou Pega-rabuda (Pica pica L.)

(Local e data: Vale de Pasabagi - Capadócia - Turquia; 30 - março- 2011)
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Carcará (Caracara plancus)

Carcará (Caracara plancus Miller; sin: Polyborus plancus)

Ave da família Falconidae de apreciável dimensão (podendo atingir até 60 cm de comprimento e 130 cm de envergadura de asas) é também designado vulgarmente por CaracaráCarancho e Gavião-caracará.
Distribui-se por toda a América do Sul, com excepção da cordilheira dos Andes, passando pela América Central até ao sul e sudeste dos Estados Unidos na América do Norte, habitando em estepes e zonas de pastagens, podendo também encontrar-se em regiões de floresta e em zonas húmidas.
É uma ave oportunista no que respeita à dieta, variável consoante as disponibilidades, dieta que tanto pode consistir em cadáveres  (gado e peixe morto) como em caranguejos, lagartos, cobras, anelídeos e mesmo insectos, ovos e crias de outras aves.
Constrói o  ninho, de grandes dimensões, em arbustos, em árvores, ou mesmo no chão,  pondo a fêmea, geralmente, dois ovos que são incubados durante cerca de 30 dias, ninho que as crias abandonam ao fim de cerca de três meses.
Estatuto de conservação da espécie:" Pouco preocupante"
(Local: Jardim Zoológico de Lisboa)
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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Pega-rabilonga (Pica pica)

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Pega-rabilonga, ou Pega-rabuda (Pica pica L.)
Mais informação: aqui.
[Imagens captadas na Turquia: em Konya: fotos 2 e 3; no Vale de Pasabagi (Capadócia): foto 1; em março de 2011]
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domingo, 3 de abril de 2011

Estorninho-malhado (Sturnus vulgaris)

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 Estorninho-malhado (Sturnus vulgaris L.)

Esta não é a primeira vez que aqui se publica uma fotografia de Estorninho-malhado, mas nunca fotografei esta ave em Portugal, onde ocorre como invernante, no território do Continente e como nidificante e residente, nas ilhas dos Açores.Fotografei-a, pela primeira vez na Polónia, em condições pouco favoráveis. As imagens agora publicadas, com mais qualidade, vieram directamente de Konya (1) e de Saratli (2) (Turquia).
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terça-feira, 22 de março de 2011

Corvo-comum (Corvus corax)



[Corvo ou Corvo-comum (Corvus corax L.) na praia !]
Mais informação: aqui
(Local e data: Fonte da Telha - Almada; 21- março - 2011)
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domingo, 20 de março de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

Palanca-ruana (Hippotragus equinus)

Palanca-ruana (Hippotragus equinus Desmarest)

Mamífero herbívoro da família Bovidae, a Palanca-Ruana, ou Palanca-vermelha, tem o seu habitat em África, nas regiões de floresta e savana, a sul do Sahara.
Animal gregário, que vive em pequenas manadas constituídas por um macho reprodutor dominante, fêmeas adultas e crias, é bastante corpulento, apresentando: um comprimento total de 240-264 cm, para o macho e de 220-245 cm, para a fêmea; altura de 150-160 cm (macho) e 140-150 (fêmea); e peso de 260-300 kg (macho) e 225-275 kg (fêmea);
Como marca distintiva mais saliente apresenta uma máscara facial branca e negra.
Tem como dieta principal ervas altas, mas, na falta destas, alimenta-se não só doutras ervas, como também de folhagem de arbustos, tubérculos e rebentos.
A época de acasalamento pode ocorrer em qualquer altura do ano. A gestação dura entre  268 e 280 dias, finda a qual, nasce apenas uma cria que é amamentada durante um período que pode ir até aos 8 meses.
Estatuto de conservação da espécie: "Dependente de conservação".
(Local: Jardim Zoológico de Lisboa)
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quarta-feira, 16 de março de 2011

Chita (Acinonyx jubatus)


Chita (Acinonyx jubatus Schreber)

A Chita, também designada, vulgarmente, por GuepardoLeopardo-caçador, ou Onça-africana é um animal carnívoro da família Felidae, que vive, no estado selvagem, em regiões de savana em África e em zonas semi-áridas do sudoeste da Ásia, embora as populações asiáticas sejam, presentemente,  de reduzida expressão.
É considerado o animal terrestre mais veloz podendo atingir velocidades da ordem dos 110-120km/h. Usa o método da perseguição para caçar as presas (geralmente: gazelas, antílopes e impalas) em corridas curtas (à volta de 400 metros) desistindo da captura se, após a breve corrida, não atingir o seu objectivo. Frequentemente, as presas capturadas pela Chita são-lhe roubadas por outros carnívoros, em especial por leões e hienas que se aproveitam do facto de a Chita ficar exausta após a perseguição e a captura.
Em cada gestação, a fêmea pode gerar entre uma e seis crias que são desmamadas cerca de seis meses após o parto.
Estatuto de conservação da espécie: "Vulnerável", devido à caça e à diminuição das presas disponíveis.
(Local: Jardim Zoológico de Lisboa)
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