domingo, 18 de setembro de 2011

sábado, 17 de setembro de 2011

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Mergulhão-pequeno (Tachybaptus ruficolis)



Mergulhão-pequeno (Tachybaptus ruficolis Pallas)

Pequena ave aquática da família Podicipedidae (com 23 a 29 cem de comprimento)  o Mergulhão-pequeno (também conhecido, em Portugal, pelas designações populares de Alçacu, Funjudo e Pato-mergulhador) distribui-se por quase toda a Europa, parte da Ásia e África. Ocorre também em Portugal, sendo uma das aves aquáticas nidificantes mais abundantes no nosso país, embora na parte norte seja raro. Nidifica em açudes, lagos, lagoas e barragens, com alguma vegetação, uma vez que os ninhos são construídos em plataformas formadas por plantas flutuantes. Pode fazer até duas posturas de 5 a 6 ovos, em cada época de nidificação, época que, em Portugal, vai, geralmente, de finais de março até ao princípio de junho. A incubação dura entre 20 e 21 dias.
A sua dieta é constituída por invertebrados aquáticos (insectos, crustáceos e moluscos) bem como por larvas de anfíbios e de pequenos peixes.
Excelente mergulhador, rapidamente se furta à observação, o que não facilita mesmo nada a vida do fotógrafo. A fraca qualidade das fotografias supra é prova disso mesmo.
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante".
(Local e data: Herdade dos Salgados - Algarve; 30 - agosto - 2011)
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domingo, 11 de setembro de 2011

domingo, 4 de setembro de 2011

Abelharuco (Merops apiaster)





Abelharuco (Merops apiaster L.)

Ave migradora, da família Meropidae, o Abelharuco (também conhecido pelas designações vulgares de Abelharuco-comum, Abelharuco-europeu, Abelheiro, Barranqueiro, Bilheirós, Melharuco e Papa-abelhas) ocorre em Portugal como visitante estival e nidificante, permanecendo entre nós, desde a chegada, normalmente no mês de abril, vindo de África, onde passa a invernada, até ao final de agosto, não sendo, porém, rara a permanência de alguns indivíduos até ao final de setembro e mesmo até mais tarde.
Embora se distribua, no nosso país, por quase todo o território do Continente, com excepção das regiões mais próximas do litoral a norte do Tejo,  o Abelharuco é uma espécie comum nas regiões a sul do Tejo, nas zonas mais quentes da Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes, a norte do mesmo rio, sendo particularmente abundante no interior do Alentejo e rara nas restantes regiões.
Nidifica em túneis escavados por macho e fêmea, geralmente em barreiras de terra, nas margens de cursos de água, ou à beira de caminhos, mas também, mais raramente, no solo, em colónias ou isoladadamente. A construção dos ninhos ocorre, em Portugal, ao longo do mês de abril, período após o qual tem lugar a postura de 4 a 9 ovos que são  incubados durante 20 dias. As crias  permanecem no ninho durante 20 a 25 dias.
A dieta desta espécie é constituída por uma grande variedade de insectos, mas especialmente por abelhas, nas regiões onde esta espécie ocorra,  insectos que podem ser capturados no solo, ou em pleno voo.
(Local e data: Baixo Alentejo, nas proximidades de Mértola; 19 - agosto - 2011)
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Trigueirão (Emberiza calandra)




Trigueirão *(Emberiza calandra L.; sin: Miliaria calandra)

Pertencente à família Emberizidae, o Trigueirão é uma ave residente e nidificante em Portugal,  bastante comum nas região interior a norte do Mondego e em todo território a sul do mesmo rio, rara no litoral a norte do Mondego, e particularmente abundante no interior da região alentejana. Frequenta zonas abertas com arvoredo disperso e, em particular, terrenos utilizados no cultivo de cereais, ainda que em pousio. Ave essencialmente granívora, alimenta-se, por via de regra, de sementes de cereais e outras, mas, especialmente durante a época de nidificação, também tem sido observada a capturar pequenos invertebrados.
Constrói os ninhos no solo, em pequenas depressões, a partir do mês de Abril, podendo criar duas ninhadas por ano, variando cada postura entre os 4 e os 6 ovos. O período de incubação vai de 12 a 14 dias e as crias permanecem no ninho entre  9 e 13 dias.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante";
*Outras designações populares: Chichorrio; Passarinho-trigueiro; Tintarraiz; Trinta-raízes.
(Local e data: Termas do Cró - Rapoula do Côa - Sabugal; junho 2011)
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sábado, 13 de agosto de 2011

terça-feira, 9 de agosto de 2011

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Cegonha-branca (Ciconia ciconia)

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(3)
Cegonha-branca (Ciconia ciconia L.)
Mais informação: aqui.
(Locais e data: Alcácer do Sal (foto1); Montalvo - Alcácer do Sal (fotos 2 e 3); 11 - junho - 2011)
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Na hora do banho







Pato-real (Anas-platyrhynchos L.) na hora do banho.

(Local e data: parque da Paz - Almada; 13 - julho - 2011)
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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Ninhos na serra


Ninhos encontrados na Serra da Estrela, nas proximidades da Lagoa Comprida, cujos artífices e "proprietários" não consegui identificar.
Que mais não seja, ficam por aqui a documentar a sua própria beleza e a arte das aves que os construíram.
(Data: 17 - junho -2011)
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sábado, 9 de julho de 2011

Pato-carolino (Aix sponsa)


Pato-carolino (Aix sponsa L.) (Macho)

Ave da família Anatidae, o Pato-carolino é originário da América do Norte (principalmente das costas leste e oeste dos Estados Unidos) onde habita em lagos e pântanos. Também se encontra, por vezes, em liberdade, na Europa, admitindo-se que, nuns casos, se trate de visitantes raros. O mais provável, porém, é que se esteja perante indivíduos evadidos dalgum jardim zoológico, como deve ser o caso do exemplar das imagens.
Estatuto de conservação da espécie: As populações desta espécie têm tido uma grande recuperação, depois de um acentuado declínio verificado até às primeiras duas décadas do século XX, devido a caça excessiva,  sendo o seu estatuto actual o de "Pouco preocupante".
(Local e datas: Parque da Paz - Almada; 18 e 20 - abril - 2011)
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terça-feira, 5 de julho de 2011

Andorinha-dáurica (Cecropis daurica)


Andorinha-dáurica (Cecropis daurica L.; sin: Hirundo daurica)

A Andorinha-dáurica é ave migradora, da família Hirundinidae, que ocorre em Portugal como uma espécie estival e nidificante  e que permanece entre nós desde fevereiro até ao final do verão, migrando depois para a África a sul do Sará. Em Portugal distribui-se por quase todo o território, embora de forma irregular, sendo mais abundante no interior do que no litoral, sendo mesmo rara nalgumas regiões do litoral norte.A população desta espécie, no território português, tem vindo a aumentar nas últimas décadas, tendo passado de muito rara a relativamente comum, embora  a sua população continue a ser escassa em relação a outras espécies de andorinhas.
Para a construção do ninho, com a forma de uma taça feita de lama, com um túnel de acesso que chega a ter 14 cm de comprimento, utiliza, por via de regra, construções humanas (pontes, viadutos e edifícios em ruínas) embora haja registo de ninhos construídos em fragas rochosas, nalgumas regiões.
Durante a época da nidificação, coincidente com o período de permanência em Portugal, chega a fazer três posturas de 3 a 5 ovos, cada uma, sendo os ovos incubados durante 13 a 16 dias. As crias permanecem no ninho entre 22 a 26 dias.
A sua dieta é constituída por insectos de várias espécies capturados em pleno voo.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e data: Malcata - Sabugal; 23 - junho - 2011)
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