quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Ninhos: Ferreirinha-comum (Prunella modularis)


Ninho de Ferreirinha-comum (Prunella modularis L.)
Acompanhei a construção do ninho (ver foto do "post" anterior). Daí que não tenha reservas sobre a identificação da ave responsável pela sua construção..
(Local e data: Serra da Estrela; 24 - junho - 2012) 
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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Ferreirinha-comum (Prunella modularis)

Ferreirinha-comum *(Prunella modularis L.)
Ave da família Prunellidae é residente e nidificante em Portugal, embora pouco abundante, estando presente sobretudo no noroeste e no centro do país, designadamente, nas serras da Estrela, do Açor e da Lousã, onde existe uma população importante. No resto do território só ocorre como invernante. Prefere zonas com cobertura arbustiva e bosques pouco densos.
A sua dieta é constituída essencialmente por insectos, embora se alimente também de sementes, sobretudo durante o inverno.
A época de reprodução da espécie em Portugal decorre de março a julho, realizando a fêmea duas posturas por ano. Os ninhos são construídos em arbustos onde a fêmea põe normalmente 3 ovos que são incubados durante 12 a 13 dias. As crias abandonam o ninho 11 a 12 dias após a eclosão.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
*Outros nomes comuns: Castanheira; Ferrugenta; Negrinha.
(Local e data: Serra da Estrela; 17 - 06- 2012)
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terça-feira, 3 de julho de 2012

sábado, 16 de junho de 2012

sexta-feira, 15 de junho de 2012

domingo, 3 de junho de 2012

Dom-fafe (Pyrrhula pyrrhula)


Dom-fafe * (Pyrrhula pyrrhula L.)
Ave da família Fringillidae é uma espécie residente e nidificante em Portugal, embora pouco comum. A nidificação, aliás, só ocorre nas serras do norte do país. Na restante parte do território do Continente só é avistável fora da época de nidificação, ou seja, durante o outono e o inverno, épocas em que a espécie é mais abundante, visto que à população residente se juntam indivíduos oriundos da Europa Central. 
Espécie essencialmente granívora também se alimenta, no entanto, de  bagas e rebentos e, na época de reprodução, as crias também são alimentadas com pequenos invertebrados.
Constrói o ninho em árvores e arbustos, compreendendo cada postura (normalmente 2 em cada ano) entre 4 a 5 ovos que são incubados durante 12 a 14 dias, saindo as crias do ninho 14 a 16 dias após a eclosão.
Outros nomes comuns: cardeal; Pimpalhão-da-Índia; Pisco-chibreiro
Nota
A ave fotografada (um macho, suponho) encontrava-se em cativeiro, como é facilmente observável, situação pela qual não sou responsável. Culpado posso ser, sim, por ter aproveitado a lamentável situação para obter as fotografias. Em todo caso, espero ser absolvido, atendendo a que outra intenção não tive ao fotografá-la, que não fosse a de divulgar a beleza da ave que, confesso, nunca avistei em liberdade.
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

domingo, 5 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

domingo, 29 de janeiro de 2012

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Tauraco-de-crista-vermelha (Tauraco erythrolophus)

Tauraco-de-crista-vermelha (Tauraco erythrolophus Vieillot)
Esta ave da família Musophagidae é endémica de Angola, onde vive nas florestas e savanas do centro e oeste deste país africano. 
A sua dieta é essencialmente constituída por frutos, embora também não desdenhe outros alimentos, como sementes e insectos.
Constrói o ninho nos ramos das árvores, onde a fêmea põe dois ovos, incubados pelos dois progenitores durante três semanas, ninho, onde as crias permanecem durante cerca de quatro semanas.
Estatuto de conservação da espécie: Pouco preocupante"
(Local e data: Parque Zoológico de Lagos; 24 - agosto - 2011)
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domingo, 8 de janeiro de 2012

Periquito-comum (Melopsittacus undulatus)

(1)

(2)
Periquito-comum (Melopsittacus undulatus Shaw)


Ave da família Psittacidae, o Periquito-comum é originário da Austrália, mas muito comum em cativeiro, quer em Portugal, quer noutros países. Embora não seja muito frequente, também não é extremamente raro encontrar indivíduos isolados em liberdade, mesmo em Portugal. Os indivíduos nessas condições, no geral evadidos de cativeiro, apresentam cores diferentes das da espécie no seu habitat natural, espécie que tem plumagem em boa parte do corpo em tons de verde e face amarela. A coloração diferente da plumagem das aves encontradas na Europa deriva do facto de terem sido objecto de selecção artificial ao longo de muitos anos de cativeiro. 
São conhecidos casos na Europa de reprodução destas aves, em liberdade, e em Portugal existiu mesmo na região de Coruche, nos anos 90 do século passado, um núcleo reprodutor com cerca de uma centena aves que, entretanto, desapareceu. Actualmente, ignora-se se existem ou não, em Portugal, casos de reprodução em liberdade. Em todo o caso, fica aqui a nota de que o par de indivíduos reproduzidos nas fotos supra (que não sei se é um casal, ou não) parece ter residência fixa no Parque da Paz em Almada, onde já os avistei (e fotografei) por várias vezes nos últimos tempos.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e datas: Parque da Paz - Almada; 07 - janeiro - 2012 (foto1); 15 - novembro - 2011 (foto 2)
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Felosa-comum (Phylloscopus collybita) de férias em Almada


Felosa-comum (Phylloscopus collybita Vieillot)
Enquanto a fauna empresarial parece estar de malas aviadas para zarpar do país, a Felosa-comum, pelos vistos, continua a achar interessante vir passar a invernada em Portugal. Exemplo: este espécime, ontem avistado cá por Almada.
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