terça-feira, 27 de novembro de 2018

Garça-branca-pequena (Egretta garzetta)





Garça-branca-pequena (Egretta garzetta L.) 
Ave de média dimensão, com cerca de 55 a 65 cm de altura e 88 a 106 cm de envergadura. ocorre em Portugal sobretudo como residente e nidificante, sendo mais abundante nas regiões do litoral a sul da ria de Aveiro e rara nas regiões do interior a norte do Tejo.
FamíliaArdeidae.
Habitat: A ave aqui representada tem o seu habitat natural nas zonas húmidas das regiões temperadas da Europa, África e Ásia;
Alimentação: a dieta é constituída por pequenos animais, designadamente peixes, anfíbios, crustáceos e insectos;
Reprodução: nidifica em colónias, fazendo os ninhos em árvores e arbustos na proximidade da água. A postura varia entre 3 e 5 ovos e a incubação vai de 21 a 25 dias;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante", segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza.
(Local e data do avistamento: Estuário do Tejo - Baía do Seixal; 27 - Novembro - 2018)
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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Rola-do-mar (Arenaria interpres)



Rola-do-mar * (Arenaria interpres L.)
Ave limícola que ocorre em Portugal como invernante e migradora de passagem relativamente comum, frequentando sobretudo os estuários, lagoas costeiras e zonas rochosas no litoral.
Fora da época das migrações e da invernada, permanece em território português uma população não muito numerosa constituída por indivíduos ainda não reprodutores. 
A alimentação da espécie é constituída principalmente por invertebrados aquáticos. 
FamíliaScolopacidae .
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
* Outros nomes comuns: Vira-pedras; Rolinha; Pírula.
(Local e data do avistamento: Estuário do Tejo - Cova do Vapor - Trafaria  - Almada; 09-10-2018)
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sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Era uma vez...

...ou uma história que acaba mal. Para a minhoca, como é bom de ver. 
Ao invés, o Maçarico-das-rochas (Actitis hypoleucos), o "mau" da história, aparentemente, a crer na última das imagens, nem de uma difícil digestão se pode queixar. 








(Local e data do "acontecimento": Parque da paz - Almada; 14 - Novembro - 2018)
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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Poupa (Upupa epops)

Poupa (Upupa epops L.)
Ave de média dimensão (27 cm de comprimento), também designada, vulgarmente, por Boubela e  Poupa-pão, ocorre em Portugal como residente e nidificante relativamente comum, sendo observável  em todo o território do Continente. 
Família: Upupidae;
Dieta: a ave alimenta-se sobretudo de insectos e larvas, capturando alguns deles sondando o solo com o seu bico comprido.
Nidificação: constrói o ninho em cavidades que encontra, quer nas árvores, quer em edifícios em ruínas. A postura, em geral, não ultrapassa 8 ovos, que são incubados durante 15 ou 16 dias. As crias abandonam o ninho cerca de 26 dias após a eclosão.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e data do avistamento: Estuário do Tejo - Baía do Seixal; 26 - Outubro - 2018)
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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Pisco-de-peito-azul (Luscinia svecica)





Pisco-de-peito-azul *(Luscinia svecica L.)
Pequena ave da família Muscicapidae (com 13 a 14 cm de comprimento e cerca de 20 gramas de peso) ocorre  em Portugal sobretudo como migrador de passagem e como invernante relativamente comum, embora localizado, pois encontra-se sobretudo em áreas húmidas e em especial nos estuários do Tejo e do Sado e na Ria Formosa.
Há também notícia de alguns casos raros e ocasionais de nidificação, designadamente na Serra da Estrela e na Serra de Montesinho.
Das 11 subespécies reconhecidas, em Portugal ocorrem apenas as subespécies L. s. namnetum e L.s. cyanecula.
A sua dieta é constituída principalmente por insectos e larvas, mas a ave pode também consumir frutos silvestres e sementes.
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante".
* Outros nomes comuns: Barbinha-azul; Coleira.
(Local e data do avistamento: Parque da Paz - Almada; 13 - Outubro - 2018)
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terça-feira, 30 de outubro de 2018

Alvéola-branca (Motacilla alba)






Alvéola-branca *(Motacilla alba L.)
 Ave de pequeno porte (16 a 19 cm de comprimento) da família Motacillidae. 
Ave muito elegante  e bastante comum  em Portugal onde ocorrem duas subespécies: a nominal (M. a. alba) designada por Alvéola-branca-comum, como residente e nidificante e a M. a. yarrellii (Alvéola-branca-enlutada) apenas como invernante. Em qualquer dos casos a espécie é mais comum no norte do país do que no sul. 
Prefere as proximidades dos cursos de água e prados, mas é igualmente avistável, em parques e jardins e nas proximidades das povoações.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
* Outros nomes comuns: Arvela; Boieira; Lavandeira; Lavandisca; Pastorinha.
(Local e data do avistamento: Almada - Parque da Paz; 8/13 - Outubro - 2018)
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segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula)




Pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula L.)
Ave da família Muscicapidae, de reduzidas dimensões (12.5–14.0 cm de comprimento) que ocorre em Portugal não só como residente e nidificante (sobretudo nas regiões a norte do Tejo) mas também como migradora e invernante, razão por que é particularmente abundante em Portugal durante o Outono e o Inverno, épocas em que  pode ser observada em todo o país.
Nos Açores, esta ave é conhecida pelo nome de "Papoilo" e na Madeira, por "Papinho".
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e data do avistamento: Almada - Parque da Paz; 29- Outubro -2018)
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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Pernilongo - Himantopus himantopus




Pernilongo * (Himantopus himantopus L.) 
Ave limícola da família Recurvirostridae ocorre em Portugal quer como residente e nidificante, quer como migradora e invernante, podendo ser observada ao longo de todo o ano no sul de Portugal e  em todo o território do Continente, na Primavera e no Verão.
Habitat:  vive na proximidade de planos de água pouco profundos, tal como lagoas costeiras, salinas, arrozais e outros terrenos com água doce ou salobra;
Alimentação: a dieta desta espécie é constituída sobretudo por invertebrados aquáticos (incluindo insectos, larvas, bivalves, crustáceos e vermes) mas também por pequenos vertebrados, como girinos e peixes; 
Reprodução: Nidifica no solo, sendo o ninho uma simples cova escavada em local rodeado de água, ou nas proximidades duma zona de água. Cada postura não vai além de 4 ovos e o período de incubação anda à volta dos 25 dias. As crias são nidífugas .
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante", segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza.
*Outro nomes comuns: Perna-longa; Pernalta; Esparrela; Garrancho.
[Local e data do avistamento: Estuário do Tejo - Sapal de Corroios (concelho do Seixal); 18 - Outubro 2018]
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terça-feira, 16 de outubro de 2018

Corvo-marinho-de-faces-brancas (Phalacrocorax carbo)



Corvo-marinho-de-faces-brancas (Phalacrocorax carbo L.)
Ave da família Phalacrocoracidae, ocorre em Portugal sobretudo como invernante bastante comum, embora também haja referências a avistamentos noutras épocas do ano. Nos últimos tempos têm também sido reportados vários casos  de nidificação, em particular na zona da barragem de Alqueva.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
Local e data do avistamento:  Almada - Parque da Paz; 17- Outubro-2018;
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domingo, 14 de outubro de 2018

Papa-moscas-preto (Ficedula hypoleuca)



Papa-moscas-preto (Ficedula hypoleuca Pallas)
Um migrador de passagem que, pelos vistos, não tem muita pressa em seguir viagem até África para ali invernar.
(Local e data do avistamento: Parque da Paz - Almada; 13 - Outubro - 2018)
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sábado, 13 de outubro de 2018

Tarambola-cinzenta (Pluvialis squatarola)





Tarambola-cinzenta (Pluvialis squatarola L.)
Ave da família Charadriidae, ocorre em Portugal, sobretudo, como invernante e migradora de passagem. Permanecem, no entanto, em território português, fora do período de invernada, algumas centenas de aves ainda não reprodutoras.
A população invernante pode atingir alguns milhares de indivíduos (entre 5000 e 10000) frequentando principalmente as áreas estuarinas e as rias, com relevo para os estuários do Tejo e do Sado, para a Ria Formosa (no Algarve) e para a Ria de Aveiro.
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante"
(Local e data do avistamento: Estuário do Tejo - Baía do Seixal; 12 -Outubro - 2018)
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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Seixoeira (Calidris canutus)



Seixoeira (Calidris canutus L.)
Ave limícola da família Scolopacidae, ocorre em Portugal sobretudo como migradora de passagem (em direcção a África, onde maioritariamente inverna, de Agosto a Outubro, na migração pós-nupcial e em direcção às regiões onde se reproduz, no Árctico, entre Abril e Maio, na migração pré-nupcial).  Sabe-se, no entanto, que a espécie ocorre também em Portugal como invernante, embora pouco comum, pois permanecem no país algumas centenas de indivíduos durante a invernada.
A sua dieta é essencialmente constituída por pequenos moluscos.
Estatuto de conservação da espécie: em geral "pouco preocupante".
[Local e data do avistamento: Ria de Alvor, Odiáxere, concelho de Lagos (Algarve); 27 - Setembro - 2018]
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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Maçarico-galego (Numenius phaeopus)




Maçarico-galego * (Numenius phaeopus L.)
Ave limícola que ocorre em Portugal sobretudo, como migrador de passagem, durante os meses de Abril e Maio, em direcção às regiões árticas, onde nidifica e durante os meses de Agosto a Outubro, em direcção a África, onde inverna. Há, no entanto, uma população que permanece em Portugal  nas zonas costeiras do Sul do país, durante toda a invernada.
Família: Scolopacidae;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
* Outros nomes comuns: Meio-maçarico; Sovela.
(Local e data do avistamento: Estuário do Tejo - Baía do Seixal; 11 - Outubro - 2018)
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