sábado, 12 de janeiro de 2019

Poupa (Upupa epops)

Poupa (Upupa epops L.)
Família: Upupidae;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
Mais informação: aqui.
(Local e data do avistamento: Parque da Paz - Almada; 6 - Setembro - 2018)
(Clicando na imagem, amplia)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Pintassilgo (Carduelis carduelis)





Pintassilgo ou Pintassilgo-comum (Carduelis carduelis L.) 
Pequena ave (com 11 a 13 cm. de comprimento; 21 a 25 cm. de envergadura; e 14 a 19 gramas de peso) ocorre em Portugal como residente e nidificante comum ou muito comum, frequentando, sobretudo, campos pouco arborizados, orlas e clareiras de bosques e mesmo jardins e parques em zonas urbanas.
FamíliaFringillidae;
Alimentação: a dieta do Pintassilgo é constituída essencialmente por sementes e, em especial, sementes de cardos, facto que explica que lhe tenha sido atribuída a designação científica de Cardulelis carduelis. Na época de reprodução, esta ave também se alimenta de insectos.
Reprodução: o Pintassilgo cria geralmente duas ninhadas em cada ano. Em cada postura, a ave deposita entre 3 a 7 ovos num ninho, em forma de taça, construído, geralmente, nos ramos de árvores de pequeno porte ou de arbustos. Os ovos são incubados pela fêmea durante 9 a 14 dias. As crias saem do ninho 13 a 18 dias após a eclosão.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
[Local e data do avistamento: Estuário do Sado - Carrasqueira (Alcácer do Sal); 8 - Janeiro - 2019]
(Para ampliar, clicar sobre as imagens)

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Íbis-preta (Plegadis falcinellus)








Íbis-preta (Plegadis falcinellus L.)
Família:Threskiornithidae;
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante"
Mais informação: aqui.
[Local e data do avistamento: Estuário do Sado - Carrasqueira (Alcácer do Sal); 8 - Janeiro - 2019]
(Clicando sobre as imagens, amplia)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Garça-boieira (Bubulcus ibis)





A Garça-boieira ou Garça-vaqueira, também conhecida, em Portugal, pela designação de Carraceiro e, no Brasil, pelo nome de Cupara (nome científico: Bubulcus ibis L.) pertence à  família: Ardeidae. 
É uma ave muito parecida com a Garça-branca-pequena (Egretta garzetta L.) da qual se distingue, no entanto, pelo pescoço (que é mais curto) pelo bico (que é amarelo e não preto como o da garça-branca-pequena) e pelas patas (pretas na garça-boieira e amarelas na garça-branca-pequena).
Habitat: Como todas aves da família Ardeidae, a garça-boieira prefere as zonas húmidas ou nas proximidades da água, sendo, no entanto, a espécie que mais se desloca para longe dessas zonas, sendo frequentemente avistada a alimentar-se junto de animais a pastar no campo ou seguindo máquinas agrícolas lavrando as terras. Encontra-se em Portugal durante todo o ano, sendo mais frequente no território a sul do Tejo e em certas zonas da Beira Baixa;
A alimentação é feita à base de insectos, vermes, batráquios (rãs) e pequenos répteis;
Reprodução: Nidifica em colónias, sendo os ninhos (formados por pequenos paus e ramos) construídos nas árvores, na proximidade de zonas húmidas ou alagadas. As posturas mais frequentes variam entre 3 e 4 ovos que são incubados pelo casal durante cerca de 23 dias;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e data do avistamento: Moinhos de maré - Seixal; 7 - Janeiro - 2019)
(Para ampliar, clicar sobre as imagens)
(reeditado)

sábado, 5 de janeiro de 2019

Petinha-dos-prados (Anthus pratensis)




Petinha-dos-prados (Anthus pratensis L.)
Pequena ave, com cerca de 15 cm de comprimento, ocorre em Portugal como invernante muito comum. Enquanto permanece no país, desde Outubro, altura da chegada, até finais de Março, quando se dá o regresso aos locais de nidificação, no Norte da Europa e da Ásia, frequenta sobretudo terrenos relvados, mesmo em meios urbanos, mas também pode ser encontrada em olivais e outros campos cultivados e em zonas húmidas, como arrozais e margens de cursos de água.
Família: Motacillidae;
Alimentação: a dieta desta espécie é essencialmente constituída por invertebrados (insectos e aranhas), mas também pode incluir algumas sementes. 
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e datas dos avistamentos: Parque da Paz - Almada; 4 e 5 de Janeiro de 2019)
(Clicando sobre as imagens, amplia)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros) (Fêmea)




 Rabirruivo-preto *(Phoenicurus ochruros Gmelin) (fêmea)
Família: Muscicapidae;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
* Outros nomes comuns: Carvoeiro; Pisco-ferreiro; Rabo-queimado; Rabo-ruço
Sobre esta ave poderá encontrar mais informação aqui.
(Local e data do avistamento: Almada; 4 - Janeiro - 2019)
(Clicando nas imagens, amplia)

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Pega-rabuda (Pica pica)







Pega-rabuda ou Pega-rabilonga (Pica pica L.)
Ave da família Corvidae, com cerca de 45 cm de comprimento e 60 cm de envergadura, apresenta uma plumagem branca e negra com tons de azul e verde metálico que a torna praticamente inconfundível com outra ave.
Em Portugal ocorre como residente e nidificante bastante comum, estando presente em quase todo o território do Continente, embora seja mais abundante no Alto Alentejo e no litoral norte.
Alimentação: ave omnívora, a dieta da Pega-rabuda pode incluir insectos, frutos, sementes, restos de comida e mesmo carne em decomposição.
Nidificação: constrói geralmente o ninho em árvores. A postura varia entre 5 a 7 ovos que são incubados durante 21 ou 22 dias. As crias abandonam o ninho  cerca de 24 dias após a eclosão.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
Local e data do avistamento: Moinhos de maré - Seixal; 28-12-2018.
(Para ampliar, clicar sobre as imagens)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Perna-verde-comum (Tringa nebularia)




Perna-verde-comum ou Maçarico-cinzento (Tringa nebularia Gunnerus)
Família; Scolopacidae;
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante".
Mais informação: aqui.
[Local e data: estuário do Tejo (Baía do Seixal); 20 - Dezembro - 2018]
(Clicando nas imagens, amplia)

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Estorninho-preto (Sturnus unicolor)



Estorninho-preto (Sturnus unicolor Temminck)
Ave da família Sturnidae,  com 22 a 23 cm de comprimento,  tem na plumagem inteiramente preta a característica mais evidente.
A sua distribuição está limitada à região mediterrânica ocidental (Península Ibérica, Sudoeste da França, Córsega, Sardenha, Sicília e Noroeste de África).
Em Portugal ocorre como residente e nidificante comum, encontrando-se presente em praticamente todo o território do Continente, embora essa presença seja mais acentuada no interior do Alto e Baixo Alentejo e no nordeste transmontano e beirão (cfr. Atlas das aves nidificantes em Portugal).
Nidifica em cavidades quer em árvores, quer em edifícios. As posturas (1 ou, menos frequentemente, 2 em cada Primavera) vão de 2 e 6 ovos que são incubados durante 9 a 15 dias. As crias abandonam o ninho 18 a 23 dias após a eclosão.
Ave omnívora, a sua dieta é, no entanto, constituída sobretudo por pequenos invertebrados e frutos.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e data do avistamento: Moinhos de Maré - Seixal; 10 - Dezembro - 2018)
(Para ampliar, clicar sobre as imagens)

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Alfaiate (Recurvirostra avosetta)







Alfaiate (Recurvirostra avosetta L.)
Ave limícola de apreciáveis dimensões (42 a 45 cm de comprimento e cerca de 80 cm de envergadura) e peso (até 400 gramas) e facilmente identificável, quer pela plumagem branca com manchas pretas, quer pelo bico claramente recurvado para cima, ocorre em Portugal sobretudo como invernante relativamente comum, sendo especialmente abundante nos estuários do Tejo e do Sado, onde, durante a invernada, podem ser avistados bandos com algumas centenas (eventualmente milhares) de indivíduos. Existe também uma pequena população nidificante, com 4/5 centenas de casais concentrada sobretudo no litoral do sotavento algarvio (Sapal de Castro Marim e salinas de Santa Luzia, na Ria Formosa)
Família: Recurvirostridae;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Clicando nas imagens, amplia)

sábado, 8 de dezembro de 2018

Felosa-comum (Phylloscopus collybita)




Felosa-comum *(Phylloscopus collybita Vieillot)
Pequena ave da família Phylloscopidae (com cerca de 10cm de comprimento e 6 a 9 gramas de peso) ocorre em Portugal como invernante muito comum, podendo ser facilmente avistada enquanto permanece no país, sobretudo de Novembro a Março. Como nidificante em Portugal é muito rara, sendo, aliás, muto escassas as confirmações de nidificação.
Reprodução: a felosa-comum cria em geral duas ninhadas em cada ano. As posturas variam entre 4 a 7 sete ovos que são incubados durante 13 a 15 dias. As crias abandonam o ninho 14 a 16 dias após a eclosão.
Dieta: a alimentação é constituída essencialmente insectos.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
*Outros nomes comuns: Felosinha-comum; Tolinha-das-couves; Bago-d'uva; Fuim; Fulecra.
(Local e data do avistamento: Parque da Paz - Almada; 1- Dezembro - 2018
(Para ampliar, clicar sobre as imagens)