terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Íbis-preta (Plegadis falcinellus)








Íbis-preta (Plegadis falcinellus L.)
Família:Threskiornithidae;
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante"
Mais informação: aqui.
[Local e data do avistamento: Estuário do Sado - Carrasqueira (Alcácer do Sal); 8 - Janeiro - 2019]
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Garça-boieira (Bubulcus ibis)





A Garça-boieira ou Garça-vaqueira, também conhecida, em Portugal, pela designação de Carraceiro e, no Brasil, pelo nome de Cupara (nome científico: Bubulcus ibis L.) pertence à  família: Ardeidae. 
É uma ave muito parecida com a Garça-branca-pequena (Egretta garzetta L.) da qual se distingue, no entanto, pelo pescoço (que é mais curto) pelo bico (que é amarelo e não preto como o da garça-branca-pequena) e pelas patas (pretas na garça-boieira e amarelas na garça-branca-pequena).
Habitat: Como todas aves da família Ardeidae, a garça-boieira prefere as zonas húmidas ou nas proximidades da água, sendo, no entanto, a espécie que mais se desloca para longe dessas zonas, sendo frequentemente avistada a alimentar-se junto de animais a pastar no campo ou seguindo máquinas agrícolas lavrando as terras. Encontra-se em Portugal durante todo o ano, sendo mais frequente no território a sul do Tejo e em certas zonas da Beira Baixa;
A alimentação é feita à base de insectos, vermes, batráquios (rãs) e pequenos répteis;
Reprodução: Nidifica em colónias, sendo os ninhos (formados por pequenos paus e ramos) construídos nas árvores, na proximidade de zonas húmidas ou alagadas. As posturas mais frequentes variam entre 3 e 4 ovos que são incubados pelo casal durante cerca de 23 dias;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e data do avistamento: Moinhos de maré - Seixal; 7 - Janeiro - 2019)
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(reeditado)

sábado, 5 de janeiro de 2019

Petinha-dos-prados (Anthus pratensis)




Petinha-dos-prados (Anthus pratensis L.)
Pequena ave, com cerca de 15 cm de comprimento, ocorre em Portugal como invernante muito comum. Enquanto permanece no país, desde Outubro, altura da chegada, até finais de Março, quando se dá o regresso aos locais de nidificação, no Norte da Europa e da Ásia, frequenta sobretudo terrenos relvados, mesmo em meios urbanos, mas também pode ser encontrada em olivais e outros campos cultivados e em zonas húmidas, como arrozais e margens de cursos de água.
Família: Motacillidae;
Alimentação: a dieta desta espécie é essencialmente constituída por invertebrados (insectos e aranhas), mas também pode incluir algumas sementes. 
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e datas dos avistamentos: Parque da Paz - Almada; 4 e 5 de Janeiro de 2019)
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros) (Fêmea)




 Rabirruivo-preto *(Phoenicurus ochruros Gmelin) (fêmea)
Família: Muscicapidae;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
* Outros nomes comuns: Carvoeiro; Pisco-ferreiro; Rabo-queimado; Rabo-ruço
Sobre esta ave poderá encontrar mais informação aqui.
(Local e data do avistamento: Almada; 4 - Janeiro - 2019)
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Pega-rabuda (Pica pica)







Pega-rabuda ou Pega-rabilonga (Pica pica L.)
Ave da família Corvidae, com cerca de 45 cm de comprimento e 60 cm de envergadura, apresenta uma plumagem branca e negra com tons de azul e verde metálico que a torna praticamente inconfundível com outra ave.
Em Portugal ocorre como residente e nidificante bastante comum, estando presente em quase todo o território do Continente, embora seja mais abundante no Alto Alentejo e no litoral norte.
Alimentação: ave omnívora, a dieta da Pega-rabuda pode incluir insectos, frutos, sementes, restos de comida e mesmo carne em decomposição.
Nidificação: constrói geralmente o ninho em árvores. A postura varia entre 5 a 7 ovos que são incubados durante 21 ou 22 dias. As crias abandonam o ninho  cerca de 24 dias após a eclosão.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
Local e data do avistamento: Moinhos de maré - Seixal; 28-12-2018.
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Perna-verde-comum (Tringa nebularia)




Perna-verde-comum ou Maçarico-cinzento (Tringa nebularia Gunnerus)
Família; Scolopacidae;
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante".
Mais informação: aqui.
[Local e data: estuário do Tejo (Baía do Seixal); 20 - Dezembro - 2018]
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Estorninho-preto (Sturnus unicolor)



Estorninho-preto (Sturnus unicolor Temminck)
Ave da família Sturnidae,  com 22 a 23 cm de comprimento,  tem na plumagem inteiramente preta a característica mais evidente.
A sua distribuição está limitada à região mediterrânica ocidental (Península Ibérica, Sudoeste da França, Córsega, Sardenha, Sicília e Noroeste de África).
Em Portugal ocorre como residente e nidificante comum, encontrando-se presente em praticamente todo o território do Continente, embora essa presença seja mais acentuada no interior do Alto e Baixo Alentejo e no nordeste transmontano e beirão (cfr. Atlas das aves nidificantes em Portugal).
Nidifica em cavidades quer em árvores, quer em edifícios. As posturas (1 ou, menos frequentemente, 2 em cada Primavera) vão de 2 e 6 ovos que são incubados durante 9 a 15 dias. As crias abandonam o ninho 18 a 23 dias após a eclosão.
Ave omnívora, a sua dieta é, no entanto, constituída sobretudo por pequenos invertebrados e frutos.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e data do avistamento: Moinhos de Maré - Seixal; 10 - Dezembro - 2018)
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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Alfaiate (Recurvirostra avosetta)







Alfaiate (Recurvirostra avosetta L.)
Ave limícola de apreciáveis dimensões (42 a 45 cm de comprimento e cerca de 80 cm de envergadura) e peso (até 400 gramas) e facilmente identificável, quer pela plumagem branca com manchas pretas, quer pelo bico claramente recurvado para cima, ocorre em Portugal sobretudo como invernante relativamente comum, sendo especialmente abundante nos estuários do Tejo e do Sado, onde, durante a invernada, podem ser avistados bandos com algumas centenas (eventualmente milhares) de indivíduos. Existe também uma pequena população nidificante, com 4/5 centenas de casais concentrada sobretudo no litoral do sotavento algarvio (Sapal de Castro Marim e salinas de Santa Luzia, na Ria Formosa)
Família: Recurvirostridae;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
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sábado, 8 de dezembro de 2018

Felosa-comum (Phylloscopus collybita)




Felosa-comum *(Phylloscopus collybita Vieillot)
Pequena ave da família Phylloscopidae (com cerca de 10cm de comprimento e 6 a 9 gramas de peso) ocorre em Portugal como invernante muito comum, podendo ser facilmente avistada enquanto permanece no país, sobretudo de Novembro a Março. Como nidificante em Portugal é muito rara, sendo, aliás, muto escassas as confirmações de nidificação.
Reprodução: a felosa-comum cria em geral duas ninhadas em cada ano. As posturas variam entre 4 a 7 sete ovos que são incubados durante 13 a 15 dias. As crias abandonam o ninho 14 a 16 dias após a eclosão.
Dieta: a alimentação é constituída essencialmente insectos.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
*Outros nomes comuns: Felosinha-comum; Tolinha-das-couves; Bago-d'uva; Fuim; Fulecra.
(Local e data do avistamento: Parque da Paz - Almada; 1- Dezembro - 2018
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Galeirão-comum (Fulica atra)




Galeirão-comum (Fulica atra L.)

Ave da família Rallidae,  ocorre  em Portugal como invernante e como residente e nidificante comum, sendo mais abundante no sul do território do Continente do que no norte, encontrando-se também mais frequentemente nas regiões do litoral do que no interior.  Frequenta zonas húmidas, providas de água, como pauis, lagoas, incluindo as costeiras, lagos, açudes e charcas, locais onde nidifica. 
Espécie omnívora, a sua dieta, no entanto, é constituída sobretudo por ervas e outras plantas. 
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"

(Local e data o avistamento: Parque da Paz - Almada; 06 - Outubro -2018)
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terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Perna-vermelha-comum (Tringa totanus)





Perna-vermelha-comum *(Tringa totanus L.)
Ave limícola da família Scolopacidae, ocorre em Portugal como invernante e como migrador de passagem bastante comum e como nidificante raro. É avistável sobretudo ao longo do litoral principalmente nos meses de Agosto a Abril e também pode ser encontrado, embora raramente, em algumas zonas húmidas do interior. A população nidificante em Portugal não tem grande expressão numérica, havendo, no entanto, notícia de alguns casos de nidificação em salinas, aquaculturas e sapais, mormente em locais na proximidade dos estuários do Mondego, do Tejo e do Sado, bem como na Ria Formosa e na Reserva de Castro Marim.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
* Outros nomes comuns: Perna-vermelha; Chalreta; Maçarico; Xibele.
(Local e data do avistamento: Estuário do Tejo - Baía do Seixal; 4 - Dezembro 2018)
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domingo, 2 de dezembro de 2018

Cartaxo-comum (Saxicola rubicola)

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Cartaxo-comum (Saxicola rubicola L.) 
Pequena ave da família Muscicapidaecom cerca de 13 cm de comprimento e com 13 a 17 gramas de peso, ocorre em Portugal como residente (e nidificante) comum em todo o território do Continente, sendo mesmo muito comum em algumas regiões, como o Alentejo, Ribatejo e Estremadura, preferindo, aparentemente, os campos e bosques abertos, zonas de montado e orlas de sapal e outras zonas húmidas.
Ave insectívora, constrói o ninho no solo ou em arbustos ou por entre vegetação densa, a baixa altura. As posturas (2 ou 3 por ano) variam entre 4 a 6 ovos que são incubados durante 13 a 14 dias. As crias abandonam o ninho 12 a 16 dias após a eclosão.
Esta espécie apresenta claro dimorfismo sexual: o padrão é semelhante, mas as cores (cabeça preta; peito cor de fogo) no macho (v. as 2 últimas fotos) são muito vivas, enquanto que na fêmea (cfr. as 2 primeirassão bem mais discretas.
[Locais e datas dos avistamentos: fêmea (fotos 1 e 2); Parque da Paz - Almada; 31 - Janeiro - 2018; macho (fotos 3 e 4); Estuário do Tejo - Moinhos de Maré - Seixal; 28 - Novembro - 2018]
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