Mostrar mensagens com a etiqueta Colhereiro-europeu. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Colhereiro-europeu. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Avifauna do concelho do Seixal (XVI): Colhereiro (Platalea leucorodia)

Colhereiro ou  Colhereiro-europeu (Platalea leucorodia L.)

Família: Threskiornithidae;
Estatuto de conservação da espécie (IUCN): "pouco preocupante";
Mais informação: aqui.
(Local e data do avistamento: Baía do Seixal; 8 - Fevereiro - 2018)

domingo, 5 de janeiro de 2020

Colhereiro-europeu (Platalea leucorodia)






Colhereiro-europeu (Platalea leucorodia L.)
Família: Threskiornithidae;
Estatuto de conservação da espécie: a nível global - "pouco preocupante"; em Portugal  "vulnerável". 
Outras imagens e alguma informação, designadamente, sobre a ocorrência em Portugal, a dieta e a reprodução da espécie: aqui.
(Local e data do avistamento: Baía do Seixal; 4 - Dezembro - 2019)
(Clicando sobre as imagens, amplia)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

O voo das aves: Colhereiro-europeu (Platalea leucorodia)


Colhereiro-europeu (Platalea leucorodia L.)
(Sobre a espécie, poderá encontrar mais informação: aqui)
[Local e data: Estuário do Sado (Setúbal); 1 - Maio - 2016]
(clicando nas imagens, amplia)

quinta-feira, 31 de março de 2016

Colhereiro- europeu (Platalea leucorodia)





Colhereiro-europeu (Platalea leucorodia L.)
Ave da família Threskiornithidae, ocorre em Portugal, quer como residente e nidificante, quer como invernante e como migrador de passagem. A população residente, que tem vindo a aumentar nos últimos vinte anos, distribui-se sobretudo pelas zonas húmidas ao longo da faixa costeira, embora também se encontrem alguns núcleos no interior sul do país. O aparecimento  da espécie no litoral norte é raro.
A alimentação desta espécie é constituída sobretudo por insectos e suas larvas, pequenos peixes, moluscos, crustáceos, rãs, vermes, pequenos répteis e por alguma matéria vegetal.
Nidifica, geralmente, em colónias, mais ou menos numerosas, por vezes em associação com garças, estabelecendo o ninho, por via de regra, em árvores, havendo porém casos de ninhos instalados sobre arbustos e outra espécie de vegetação palustre.
As posturas podem variar entre 2 e 6 ovos que são incubados durante 24 ou 25 dias. Após a eclosão, as crias permanecem no ninho durante cerca de 30 dias e  estão em condições de voar com  45 a 50 dias  de vida.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante". Em Portugal, no entanto, a espécie tem o estatuto de "Vulnerável".
(Local e data: Estuário do Sado; 28 - Fevereiro - 2016)
(Clicando nas imagens; amplia)