Mostrar mensagens com a etiqueta Meropidae. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Meropidae. Mostrar todas as mensagens

domingo, 1 de setembro de 2019

Abelharuco (Merops apiaster)



Abelharuco (Merops apiaster L.)
Família:Meropidae;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante" .
Mais informação: aqui.
[Local e data do avistamento: Poço Velho - Nave de Haver (Almeida); 31 - Agosto - 2019)]
(Clicando nas imagens, amplia)

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Abelharuco (Merops apiaster)


Abelharuco (Merops apiaster L.)
Ave migradora, da família Meropidae, o Abelharuco (também conhecido pelas designações vulgares de Abelharuco-comum, Abelharuco-europeu, Abelheiro, Barranqueiro, Bilheirós, Melharuco e Papa-abelhas) ocorre em Portugal como visitante estival e nidificante, permanecendo no país, desde a chegada, normalmente no mês de Abril, vindo de África, onde passa a invernada, até ao final de Agosto, não sendo, porém, rara a permanência de alguns indivíduos até ao final de Setembro e mesmo até mais tarde.
Embora se distribua, no país, por quase todo o território do Continente, com excepção das regiões mais próximas do litoral a norte do Tejo, o Abelharuco é uma espécie comum nas regiões a sul do Tejo, nas zonas mais quentes da Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes, a norte do mesmo rio, sendo particularmente abundante no interior do Alentejo e rara nas restantes regiões.
Nidifica em túneis escavados por macho e fêmea, geralmente em barreiras de terra, nas margens de cursos de água, ou à beira de caminhos, mas também, mais raramente, no solo, em colónias ou isoladadamente. A construção dos ninhos ocorre, em Portugal, ao longo do mês de abril, período após o qual tem lugar a postura de 4 a 9 ovos que são incubados durante 20 dias. As crias permanecem no ninho durante 20 a 25 dias.
A dieta desta espécie é constituída por uma grande variedade de insectos, mas especialmente por abelhas, nas regiões onde esta espécie ocorra, insectos que podem ser capturados no solo, ou em pleno voo.
(Local e data: Seixal; 11 - Abril - 2019)
(Clicando nas imagens, amplia)

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Avifauna do Sri lanka # 3: Abelharuco-verde (Merops orientalis)



 Abelharuco-verde (Merops orientalis Latham)
Ave da família Meropidae, o Abelharuco-verde distribui-se ao longo de um largo corredor que vai desde o Senegal e Gâmbia, em África, até ao Vietname, na Ásia.
São várias as subespécies reconhecidas, pertencendo as populações existentes na Índia e no Sri Lanka à subespécie nominal (Merops orientalis orientalis).
Nidifica em túneis escavados em bancos de areia, nas margens de cursos de água mas também em zonas áridas, em colónias ou, com maior frequência, isoladamente. A época de reprodução vai de Março a Junho, variando o número de ovos em cada postura entre 3 e 5, ovos que são incubados durante cerca de 14 dias. Após a eclosão, as crias permanecem no ninho durante 21 a 28 dias .
A dieta desta espécie, à semelhança, aliás, do que se passa com outras espécies do mesmo género, é constituída por uma grande variedade de insectos,  capturados no solo, ou em pleno voo.
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante".
(Local e data: Yala National Park - Yala - Sri Lanka; 23 - Agosto - 2014)
(Clicando nas imagens, amplia)

domingo, 4 de setembro de 2011

Abelharuco (Merops apiaster)





Abelharuco (Merops apiaster L.)

Ave migradora, da família Meropidae, o Abelharuco (também conhecido pelas designações vulgares de Abelharuco-comum, Abelharuco-europeu, Abelheiro, Barranqueiro, Bilheirós, Melharuco e Papa-abelhas) ocorre em Portugal como visitante estival e nidificante, permanecendo entre nós, desde a chegada, normalmente no mês de abril, vindo de África, onde passa a invernada, até ao final de agosto, não sendo, porém, rara a permanência de alguns indivíduos até ao final de setembro e mesmo até mais tarde.
Embora se distribua, no nosso país, por quase todo o território do Continente, com excepção das regiões mais próximas do litoral a norte do Tejo,  o Abelharuco é uma espécie comum nas regiões a sul do Tejo, nas zonas mais quentes da Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes, a norte do mesmo rio, sendo particularmente abundante no interior do Alentejo e rara nas restantes regiões.
Nidifica em túneis escavados por macho e fêmea, geralmente em barreiras de terra, nas margens de cursos de água, ou à beira de caminhos, mas também, mais raramente, no solo, em colónias ou isoladadamente. A construção dos ninhos ocorre, em Portugal, ao longo do mês de abril, período após o qual tem lugar a postura de 4 a 9 ovos que são  incubados durante 20 dias. As crias  permanecem no ninho durante 20 a 25 dias.
A dieta desta espécie é constituída por uma grande variedade de insectos, mas especialmente por abelhas, nas regiões onde esta espécie ocorra,  insectos que podem ser capturados no solo, ou em pleno voo.
(Local e data: Baixo Alentejo, nas proximidades de Mértola; 19 - agosto - 2011)
(Clicando nas imagens, amplia)