quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

Guincho-comum (Chroicocephalus ridibundus)

 



Guincho-comum [Chroicocephalus ridibundus L. (sinónimo: Larus ridibundus)] em plumagem nupcial.

Família: Laridae:
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
(Avistamento: Sapal de Corroios (Estuário do Tejo); 22 - Fevereiro - 2025)

domingo, 23 de fevereiro de 2025

Pato-real (Anas platyrhynchos) (Fêmea)

 


Pato-real (Anas platyrhynchos L.) (Fêmea)

O Pato-real é uma ave residente e nidificante em Portugal e muito comum. 
Família: Anatidae;
Estatuto de conservação da espécie: (IUCN): "Pouco preocupante"
Avistamento: Parque da Paz- Almada; 22 - Fevereiro - 2025)

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

Rola-do-mar (Arenaria interpres)




 Rola-do-mar * (Arenaria interpres L.)
Ave limícola que ocorre em Portugal como invernante e migradora de passagem relativamente comum, frequentando sobretudo os estuários, lagoas costeiras e zonas rochosas no litoral.
Fora da época das migrações e da invernada, permanece em território português uma população não muito numerosa constituída por indivíduos ainda não reprodutores. 
A alimentação da espécie é constituída principalmente por invertebrados aquáticos. 
Família: Scolopacidae .
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
* Outros nomes comuns: Vira-pedras; Rolinha; Pírula.
(Avistamento: Estuário do Tejo - Cova do Vapor - Trafaria  - Almada; 20 - Fevereiro-2025)

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

Pilrito-das-praias (Calidris alba)




 Pilrito-das-praias (Calidris alba Pallas)
Ave limícola de pequenas dimensões (com 18 a 20 cm de comprimento) ocorre em Portugal como migrador de passagem e como invernante bastante comum, distribuindo-se ao longo de todo o litoral durante a sua permanência no país. Frequenta sobretudo as praias e áreas arenosas de estuários e lagoas costeiras, sendo habitualmente avistada na proximidade da zona de rebentação onde se dedica freneticamente à procura de alimento.
Família:Scolopacidae;
Alimentação: A dieta desta espécie é  constituída essencialmente por pequenos invertebrados que encontra na areia.
Estatuto de conservação da espécie(IUCN): "Pouco preocupante".
[Avistamento: Estuário do Tejo (Cova do vapor - Trafaria); 20 - Fevereiro - 2025]

domingo, 16 de fevereiro de 2025

Gafanhotos: Pezotettix giornae


Pezotettix giornae (Rossi 1794)
É uma espécie de gafanhoto de pequenas dimensões (fêmeas com 12 a18 milímetros de comprimento e machos com 11 a 14 milímetros); tem asas curtas e, como tal, os indivíduos desta espécie são incapazes de voar. Vivem como adultos de Junho a Novembro, preferindo terrenos abertos e quentes.
Distribuição: Sul e Oeste da Europa; Oeste da Ásia e  Norte de África, nos países em torno do Mediterrâneo e do Mar Negro.
Classificação científica: 
Reino: Animalia;
Filo: Arthropoda;
Classe: Insecta;
Ordem: Orthoptera;
Família: Acrididae;
Género: Pezotettix;
Espécie: P. giornae.
[Avistamento: Praia da Foz, freguesia do Castelo (Sesimbra); 7 - Outubro - 2024]

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

Maçarico-das-rochas (Actitis hypoleucos)


 Maçarico-das-rochas (Actitis hypoleucos L.)
Pequena ave limícola da família Scolopacidae . 
Distribuição e habitat: distribui-se por grande parte do território da Europa e da Ásia, frequentando sobretudo zonas húmidas de água doce, salgada ou salobra.
Em Portugal ocorre como nidificante, como migrador de passagem e como invernante, sendo considerada como relativamente comum.
Alimentação: a dieta é constituída essencialmente por crustáceos, insectos, vermes e outros invertebrados;
Reprodução: nidifica no solo nas proximidades de zonas de água;
Estatuto de conservação da espécie (IUCN): "Pouco preocupante".
Avistamento: Estuário do Tejo - Amora (Seixal); 10 - Fevereiro - 2025)

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Gafanhoto-narigudo (Truxalis nasuta)

 



Gafanhoto-narigudo (Truxalis nasuta (Linnaeus 1758)*] (Ninfa)

Classificação científica:
Reino: Animalia;
Filo: Arthropoda;
Classe: Insecta;
Ordem: Orthoptera;
Família: Acrididae;
Género: Truxalis;
Espécie: T. nasuta.

Distribuição/habitat: a espécie distribui-se por 3 continentes: Europa, África e Ásia, sendo, porém, certo que a maior concentração ocorre nos países em redor do Mediterrâneo. Frequenta principalmente prados, pastagens e campos cultivados onde predominem plantas da família das gramíneas (Poaceae).

* Sinonímia:Truxalis miniata, Truxalis nebulosus, Truxalis obsoleta, Truxalis scalaris, Truxalis undatus, Acrida unguiculata, Truxalis variabilis, Truxalis annulatus, Truxalis bilineatus, Truxalis erythropterus, Truxalis isabellina, Truxalis klugi, Truxalis nasuta, Gryllus nasutus L. (Basónimo).
[Avistamento: Verdizela, freguesia de Corroios (Seixal); 11 - Fevereiro - 2025]

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

Garça-branca-pequena (Egretta garzetta)



Garça-branca-pequena (Egretta garzetta L.)

Família: Ardeidae:
Habitat: zonas húmidas das regiões temperadas da Europa, África e Ásia. Em Portugal ocorre sobretudo como espécie residente bastante comum.
Alimentação: a dieta desta ave é constituída por pequenos animais, incluindo peixes, anfíbios, crustáceos e insectos;
Reprodução: nidificam em colónias, fazendo os ninhos em árvores e arbustos na proximidade da água. A postura varia entre 3 e 5 ovos e a incubação vai de 21 a 25 dias; 
Estatuto de conservação da espécie (IUCN): "Pouco preocupante".
(Avistamento: Estuário do Tejo (Amora - Seixal);  10 - Fevereiro - 2025)

domingo, 9 de fevereiro de 2025

Gaivota-d'asa-escura (Larus fuscus)




 Gaivota-d'asa-escura (Larus fuscus L.) 
Esta gaivota, que se distribui ao longo das costas europeias do Atlântico, ocorre em Portugal como espécie migradora e invernante muito comum e como nidificante rara. É, no entanto, fácil  encontrá-la em Portugal, durante todo o ano, embora seja mais abundante durante o período de invernia. Durante esse período é possível ver centenas de indivíduos desta espécie nos estuários, nas praias e portos da costa portuguesa.
Família: Laridae;
Alimentação: espécie omnívora.
Reprodução: nidifica em colónias. O ninho, de estrutura muito simples, é construído no chão ou em arribas. Cada postura não vai além de 3 ovos.
Estatuto de conservação da espécie(IUCN): "Pouco preocupante".
((Avistamento: Estuário do Tejo - Seixal; 8 - Fevereiro - 2025)

sábado, 8 de fevereiro de 2025

Corvo-marinho-de-faces-brancas (Phalacrocorax carbo)



 Corvo-marinho-de-faces-brancas (Phalacrocorax carbo L.)
Ave da família Phalacrocoracidae, ocorre em Portugal sobretudo como invernante (bastante comum), embora também haja referências a avistamentos noutras épocas do ano. Nos últimos tempos têm também sido reportados vários casos de nidificação, em particular na zona da barragem de Alqueva.
Estatuto de conservação da espécie (IUCN): "Pouco preocupante".
(Avistamento de 2 indivíduos da mesma espécie em: Estuário do Tejo - Seixal; 8 - Fevereiro - 2025)

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

Aranhas: Falsa-viúva (Steatoda nobilis)

 

Falsa-viúva [Steatoda nobilis (Thorell, 1875)]
Aranha com 9 a 14 mm. de comprimento (fêmea) e com 7 a 11 mm. (macho) é tida como não perigosa para os humanos.
Originária dos arquipélagos da Madeira e das Canárias, encontra-se, no entanto, já bem instalada como espécie introduzida, não só em quase toda a Europa e no Norte de África (os continentes mais próximos dos lugares de origem), mas também em vários países da América do Norte e América do Sul, bem como na Nova Zelândia. Actualmente, é mesmo considerada como uma das espécies de aranha "mais invasoras do mundo".
Classificação científica:
Reino: Animalia;
Filo: Arthropoda;
Classe: Arachnida;
Ordem: Araneae;
Família: Theridiidae;
Género: Steatoda;
Espécie: S. nobilis.
(Avistamento: Parque da Paz - Almada; 6 - Fevereiro - 2025)

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

Aranhas: Aranha-saltadora-argelina (Cyrba algerina)




Aranha-saltadora-argelina [Cyrba algerina (Lucas, 1846) *] (Fêmea)
É uma aranha de pequenas dimensões (fêmea com 4 a 6,5 ​​mm de comprimento e macho com 3,5 a 5 mm). A sua distribuição concentra-se sobretudo nos países em torno do Mar Mediterrâneo com prolongamento até aos arquipélagos da Madeira e das Canárias.
Classificação científica: 
Reino: Animalia;
Filo: Arthropoda; 
Classe: Arachnida; 
Ordem: Araneae; 
Família: Salticidae; 
Género: Cyrba;
Espécie: C. algerina.

*Sinonímia: Salticus algerinus Lucas, 1846 (Basónimo)
(Avistamento: Parque da Paz - Almada; 6 - Fevereiro - 2025)

sábado, 1 de fevereiro de 2025

Anémona-morango (Actinia fragacea)

 


Anémona-morango ou Morango-do-mar (Actinia fragacea Tugwell, 1856)

Classificação científica:
Reino: Animalia;
Filo: Cnidaria;
Classe: Anthozoa;
Ordem: Actiniaria;
Família: Actiniidae;
Género: Actinia;
Espécie: A. fragacea.

Distribuição: Nordeste e Leste do Oceano Atlântico, desde a Noruega até ao Mediterrâneo e Norte de África, prolongando-se até aos arquipélagos dos Açores, Canárias e Cabo Verde.

Habitat: em geral vive fixada nas rochas do litoral até à profundidade de 8 a 10 m., embora também possa ser encontrada meio enterrada na areia.

(Avistamento: Estuário do Tejo, na zona do Portinho da Costa (Trafaria - Almada); 23 - Outubro - 2024)

domingo, 26 de janeiro de 2025

Frisada (Mareca strepera) (fêmea)



Frisada (Mareca strepera L. ) (fêmea)
Pato de média dimensão (46 a 56 cm de comprimento; 78 a 90 cm de envergadura e com cerca de 900 gr. de peso) ocorre em Portugal como residente e nidificante raro ou pouco comum e como invernante não muito comum.
Em Portugal encontra-se principalmente na região sul do país, onde frequenta, sobretudo, estuários, salinas e lagoas costeiras, mas também barragens e açudes no interior.
Família: Anatidae;
Reprodução: o ninho é construído no solo, por entre vegetação densa e na proximidade da água. As posturas variam entre 8 e 12 ovos, durando a incubação entre 24 e 26 dias. As crias dispersam-se, tornando-se independentes, cerca de um mês e meio após a eclosão e o abandono do ninho.
Alimentação: a dieta desta ave é constituída essencialmente por material vegetal, mas também por insectos e outros pequenos animais que obtém, quer à superfície, quer na coluna de água.
Estatuto de conservação da espécie em Portugal: população residente:" Vulnerável"; população invernante: "Quase ameaçada".
[Local e data do avistamento: Almansil - Loulé  ( Algarve); 3 -  Dezembro - 2024]

sábado, 25 de janeiro de 2025

Caimão ou Galinha-sultana (Porphyrio porphyrio)


Caimão ou Galinha-sultana * (Porphyrio porphyrio L.)
Ave de apreciáveis dimensões (com cerca de 50 centímetros de comprimento e 1 metro de envergadura de asas) ocorre em Portugal como espécie residente e invernante, pouco comum e localizada.
Facilmente identificável através da plumagem azul e do bico e patas vermelhas, frequenta lagos, lagoas, pauis, pântanos e outras zonas húmidas desde que com abundante vegetação, pois esta serve-lhe de refúgio e providencia-lhe boa parte da alimentação. 
Em Portugal, a espécie, que nos últimos tempos tem vindo a conhecer um notável aumento da sua população,  distribui-se sobretudo pelo sul do território do Continente, com destaque para a região do Algarve, à qual esteve confinada, como residente, até não há muitas décadas. 
Família: Rallidae;
Reprodução: a reprodução pode ocorrer ao longo de quase todo o ano. O ninho, volumoso, é construído por entre a abundante vegetação dos locais onde permanece. As posturas vão de 3 a 5 ovos que são incubados pela fêmea e pelo macho durante 23 a 27 dias. As crias tornam-se independentes cerca de 2 meses após a eclosão.
Alimentação: sendo omnívora, a dieta desta ave é, no entanto, constituída sobretudo por matéria vegetal, com manifesta preferência por caules de tabua e bunho. 
Estatuto de conservação da espécie: em Portugal: "Vulnerável". Em geral: "Pouco preocupante"
*Outros nomes comuns: Alquimão; Calamão; Camão-comum; 
(Avistamento: Almansil - Loulé;  3  - Dezembro - 2024)

quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

#Insectos: Oenopia conglobata

Oenopia conglobata (Linnaeus, 1758)
Pequeno insecto, de corpo aproximadamente oval, com cerca de meio centímetro de comprimento, apresentando na parte anterior do tórax (prototórax) 7 manchas escuras e repartidas pelos dois élitros, outras 16 manchas, também escuras. 
Classificação científica: 
Reino: Animalia;
Filo: Arthropoda;
Classe: Insecta;
Ordem: Coleoptera;
Subordem: Polyphaga;
Família: Coccinellidae;
Género: Oenopia;
Espécie: O. conglobata.

Distribuição: grande parte da Europa; Norte de África e regiões temperadas da Ásia.

(Avistamento: Parque da Paz - Almada; 21 - Janeiro - 2025)

quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

Perna-verde-comum (Tringa nebularia)





Perna-verde-comum ou Maçarico-cinzento (Tringa nebularia Gunnerus)
Ave da família Scolopacidae , ocorre em Portugal sobretudo como espécie invernante e como migradora de passagem (de Março a Maio para os locais de nidificação no Norte da Europa e a partir do final do Verão em direcção a África, local onde, em grande número, passa a invernada). A espécie pode, no entanto, ser observada em Portugal, durante todo o ano, dado que aqui permanecem alguns (poucos) exemplares não reprodutores.
As populações invernante e migradoras (aquela, aparentemente mais numerosa do que as restantes) raramente são avistadas no interior do país, encontrando-se sobretudo ao longo do litoral, ocorrendo as maiores concentrações na Ria Formosa (Algarve) e nos estuários do Tejo e do Sado.
Semelhante ao Perna-vermelha-comum, dele se distingue, no entanto, com relativa facilidade, se se atentar na cor das patas (verdes) e no bico ligeiramente encurvado.
Estatuto de conservação da espécie (IUCN: " Pouco preocupante ".
[Local e data do avistamento: estuário do Tejo (Seixal); 15 - Janeiro - 2025]

segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

Ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus)

 

Ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus L.)
O Ouriço-cacheiro é um pequeno mamífero, da família Erinaceidae que apresenta o corpo coberto de espinhos, que lhe servem de defesa contra os seus predadores. Do ponto de vista alimentar, o ouriço-cacheiro é essencialmente um insectívoro, mas come também outros animais, como minhocas, baratas, caracóis e pequenos répteis, não desdenhando também frutos que encontre no chão. É um animal originário da Europa, havendo notícia de que terá sido introduzido na Nova Zelândia.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
[Avistamento: Fernão Ferro (Seixal); 16 - Dezembro - 2024]