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sexta-feira, 13 de junho de 2025

Aves no parque da cidade (XII): Gaio (Garrulus glandarius) (Juvenil)







 Gaio (Garrulus glandarius L.) (Juvenil)

O Gaio, com cerca de 36 cm de comprimento e com até 58 cm de envergadura, é uma das mais belas aves residentes em Portugal, distribuindo-se, quase uniformemente, por todo o território do Continente, mostrando, no entanto, preferência por áreas arborizadas.
Família: Corvidae;
Alimentação: o Gaio é omnívoro, cabendo na sua dieta, quer animais invertebrados, mas também vertebrados, incluindo outras aves, quer sementes e frutos vários, designadamente bolotas.
Reprodução: o ninho, pouco elaborado, é construído sobretudo em árvores, frequentemente freixos e carvalhos, eventualmente também em arbustos. As posturas variam entre 5 e 6 ovos, que são incubados durante 16 a 17 dias. As crias permanecem no ninho durante 21 ou 22 dias após a eclosão.
Estatuto de conservação da espécie (IUCN): "Pouco preocupante"
[Avistamento: parque urbano de Almada; 13 - Junho -  2025)

segunda-feira, 12 de maio de 2025

Aves no parque da cidade (III): Gaio (Garrulus glandarius)




Gaio (Garrulus glandarius L.)

O Gaio, com cerca de 36 cm de comprimento e com até 58 cm de envergadura, é uma das mais belas aves residentes em Portugal, distribuindo-se, quase uniformemente, por todo o território do Continente, mostrando, no entanto, preferência por áreas arborizadas.
Família: Corvidae;
Alimentação: o Gaio é omnívoro, cabendo na sua dieta, quer animais invertebrados, mas também vertebrados, incluindo outras aves, quer sementes e frutos vários, designadamente bolotas.
Reprodução: o ninho, pouco elaborado, é construído sobretudo em árvores, frequentemente freixos e carvalhos, eventualmente também em arbustos. As posturas variam entre 5 e 6 ovos, que são incubados durante 16 a 17 dias. As crias permanecem no ninho durante 21 ou 22 dias após a eclosão.
Estatuto de conservação da espécie (IUCN): "Pouco preocupante"
[Avistamento: parque urbano de Almada; 12 -Maio  2025)

sexta-feira, 17 de novembro de 2023

Gaio (Garrulus glandarius)

 




Gaio (Garrulus glandarius L.)
Família: Corvidae;
Estatuto de conservação da espécie (IUCN): "Pouco preocupante".
Mais informação: aqui.
(Avistamento: Parque da Paz - Almada; 19 - Maio - 2023)

domingo, 21 de maio de 2023

Um predador temível




Sob as belas e garridas cores da plumagem do Gaio (Garrulus glandarius L.) (ave da família Corvidae  que ocorre em Portugal, como espécie residente) esconde-se um predador temível, como se pode constatar através destas imagens. 

(Imagens obtidas no Parque da Paz em Almada em 5 - Maio - 2023)

(Clicando nas imagens, amplia)

segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

Gralha-preta (Corvus corone)




Gralha-preta (Corvus corone L.)
Família: Corvidae;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
Outras imagens e + informação: aqui.
(Locais e data do avistamento: Estuário do Tejo - Baía do Seixal; 2 - Janeiro - 2023)
(Clicando nas imagens, amplia)

sexta-feira, 10 de junho de 2022

Por terras da Beira 2022: Gralha-preta (Corvus corone)




Gralha-preta (Corvus corone L.)
Família: Corvidae;
Estatuto de conservação da espécie (IUCN): "Pouco preocupante"
Mais informação: aqui.
[Avistamento: Troviscal (Sertã); 10 - Junho - 2022]
(Clicando nas imagens, amplia)

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Por terras da Beira (XXIII): Gaio (Garrulus glandarius)




Gaio (Garrulus glandarius L.)
Fotos documentando uma refeição de carne de animal não identificado.
[Local e data: Troviscal (Sertã); 15 - Junho 2020]

sexta-feira, 6 de março de 2020

Pega-rabuda (Pica pica)




Pega-rabuda ou Pega-rabilonga (Pica pica L.)
Família: Corvidae;
Estatuto de conservação da espécie em Portugal: "Pouco preocupante"
Mais informação: aqui.
(Local e data do avistamento: Seixal; 6 - Março - 2020)
(Clicando sobre as imagens, amplia)

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Gaio (Garrulus glandarius)



Gaio  (Garrulus glandarius L.)
Família: Corvidae;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
[Local e data do avistamento: Parque da Paz - Almada; 25/28 - Abril - 2019]
(Clicando nas imagens, amplia)

sábado, 6 de abril de 2019

Pega-azul (Cyanopica cyanus)



Pega-azul *(Cyanopica cyanus Pallas) 
Nativa da Península Ibérica e também da China, Coreia, Japão, Mongólia e sul da Rússia, esta ave ocorre em Portugal como residente comum, podendo encontrar-se em quase todas as regiões a sul do Tejo e também na faixa interior a norte do mesmo rio, frequentando sobretudo bosques com boas clareiras e terrenos com arvoredo disperso.
Família: Corvidae.
* Outros nomes comuns: Charneco; Rabão; Rabilongo.
(Local e data do avistamento: Almansil (Loulé); 11 - Março - 2019)
(Clicando nas imagens, amplia)

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Pega-rabuda (Pica pica)







Pega-rabuda ou Pega-rabilonga (Pica pica L.)
Ave da família Corvidae, com cerca de 45 cm de comprimento e 60 cm de envergadura, apresenta uma plumagem branca e negra com tons de azul e verde metálico que a torna praticamente inconfundível com outra ave.
Em Portugal ocorre como residente e nidificante bastante comum, estando presente em quase todo o território do Continente, embora seja mais abundante no Alto Alentejo e no litoral norte.
Alimentação: ave omnívora, a dieta da Pega-rabuda pode incluir insectos, frutos, sementes, restos de comida e mesmo carne em decomposição.
Nidificação: constrói geralmente o ninho em árvores. A postura varia entre 5 a 7 ovos que são incubados durante 21 ou 22 dias. As crias abandonam o ninho  cerca de 24 dias após a eclosão.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
Local e data do avistamento: Moinhos de maré - Seixal; 28-12-2018.
(Para ampliar, clicar sobre as imagens)

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Gralha-preta (Corvus corone)





A Gralha-preta (Corvus corone L.) (em inglês: Carrion Crow) é uma ave da família Corvideae (Ordem: Passeriformes) que se distribui pela Europa Ocidental, por boa parte da Ásia, incluindo a Sibéria e pelo Norte de África. É ave residente e nidificante em Portugal onde se distribui,  embora não uniformemente, por quase todo o território do Continente, sendo, no entanto, pouco comum no Algarve e nas zonas fronteiriças do Alto e Baixo Alentejo. É uma ave omnívora que pode ocorrer numa multiplicidade de habitats, incluindo em parques urbanos.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Locais e data do avistamento: Amora e Seixal; 2 - Outubro - 2018)
(Clicando nas imagens, amplia)