sábado, 23 de março de 2019

Pato-trombeteiro (Anas clypeata)







Pato-trombeteiro *(Anas clypeata L. ; Sinónimo: Spatula clypeata L.)
Pato de média dimensão (com cerca de  48 cm de comprimento;  76 cm de envergadura de asas e aproximadamente com 600 gr. de peso) ocorre em Portugal sobretudo como invernante, sendo bastante comum durante a invernada, estando também presente no país como nidificante, embora raro e irregular.
Frequenta sobretudo zonas húmidas em estuários e lagoas costeiras, sendo raro no centro e no interior do país.
Família: Anatidae;
Reprodução: o ninho é construído no solo, por entre a vegetação, na proximidade da água. As posturas variam entre 9 e 11 ovos, durando a incubação entre 21 e 23 dias. As crias, após o abandono do ninho, permanecem na companhia da mãe durante cerca de 6 semanas, só se tornando independentes findo esse lapso de tempo.
Alimentação: ave omnívora, alimenta-se de plâncton (que filtra através do bico);  de insectos  e suas larvas, de pequenos crustáceos e moluscos e bem assim de sementes e outros vegetais que obtém, quer à superfície, quer na coluna de água, quer mesmo no fundo.
Dimorfismo sexual. Os machos desta espécie são muito coloridos, como se pode ver pelas imagens supra, enquanto que a fêmea apresenta uma plumagem acastanhada, bastante semelhante à da fêmea do pato-real, da qual, no entanto, se distingue facilmente atendendo ao bico em forma de espátula que, no aspecto, é semelhante ao do macho.
* Outros nomes comuns: Pato-colhereiro; Bica-larga; Pintalhão.
(Data do avistamento 11 - Março - 2019)
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terça-feira, 19 de março de 2019

Cartaxo-comum (Saxicola rubicola)



Cartaxo-comum (Saxicola rubicola L.) (Fêmea)
Família: Muscicapidae;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
Outras informações: aqui.
[Local e data do avistamento: Fernão Ferro (Seixal); 18 - Março - 2019]

sábado, 16 de março de 2019

Pintassilgo, na hora do banho




Pintassilgo ou Pintassilgo-comum (Carduelis carduelis L.) 

Família: Fringillidae.
Mais informação:aqui.
(Local e data do avistamento: Seixal; 14 - Março - 2019)
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quinta-feira, 14 de março de 2019

Pintarroxo-comum (Linaria cannabina)






Pintarroxo-comum *(Linaria cannabina L.; Sinónimo: Carduelis cannabina L.)
Ave de reduzida dimensões (13 a 14 cm de comprimento; cerca de 21 cm de envergadura de asas; e 15 a 20g de peso)  ocorre em Portugal sobretudo como residente, embora também se encontrem alguns indivíduos invernantes. Como residente é bastante comum e distribui-se por todo o território do Continente, preferindo terrenos abertos, sem árvores ou com poucas, mas com arbustos dispersos, com maior ou menor densidade.
Família: Fringillidae;
Reprodução:  esta espécie pode criar até três ninhadas em cada época de reprodução. O ninho, em forma de taça, é construído em pequenos arbustos. As posturas variam entre 4 e 6 ovos  que são incubados durante cerca de 13 dias. As crias abandonam o ninho 10 a 17 dias após a eclosão.
Alimentação: A dieta da espécie é constituída essencialmente por sementes e, em menor grau, por outros vegetais. Mais raro ainda é o recurso a pequenos invertebrados.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
*Outros nomes comuns: Pintarroxo; Pintarroxo-de-bico-escuro; Sentieiro-encarnado; Cacherá; Linhaça-vermelha; Milheirinha-da-rosa.
(Local e data dos avistamentos: Seixal; 14 - Março - 2019)
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terça-feira, 12 de março de 2019

Mergulhão-pequeno (Tachybaptus ruficollis)






Mergulhão-pequeno (Tachybaptus ruficollis Pallas)
Pequena ave aquática da família Podicipedidae (com 23 a 29 cem de comprimento) o Mergulhão-pequeno (também conhecido, em Portugal, pelas designações populares de Alçacu, Funjudo e Pato-mergulhador) distribui-se por quase toda a Europa, parte da Ásia e África. Ocorre também em Portugal, sendo uma das aves aquáticas nidificantes mais abundantes no nosso país, embora na parte norte seja raro. 
Nidifica em açudes, lagos, lagoas e barragens, com alguma vegetação, uma vez que os ninhos são construídos em plataformas formadas por plantas flutuantes. Pode fazer até duas posturas de 5 a 6 ovos, em cada época de nidificação, época que, em Portugal, vai, geralmente, de finais de março até ao princípio de junho. A incubação dura entre 20 e 21 dias.
A sua dieta é constituída por invertebrados aquáticos (insectos, crustáceos e moluscos) bem como por larvas de anfíbios e de pequenos peixes.
Excelente mergulhador, rapidamente se furta à observação, o que não facilita mesmo nada a vida do fotógrafo.
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante".
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sábado, 9 de março de 2019

Chamariz ou Milheirinha (Serinus serinus), na hora do banho







Chamariz ou Milheirinha (Serinus serinus L.)
Família: Fringillidae.
Mais informação:aqui.
Local e data: Seixal; 2 - Março - 2019
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quarta-feira, 6 de março de 2019

Fêmea de Verdilhão, na hora do banho




Fêmea de Verdilhão (Chloris chloris 
L.; Sinónimo
Carduelis chloris L.
 
)

(Local e data do avistamento: Seixal; 2 - Março - 2019)
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Rola-turca (Streptopelia decaocto)

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Rola-turca (Streptopelia decaocto Frivaldszky)
Família: Columbidae;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
Mais informação aqui.
[Locais e datas dos avistamentos: Seixal; 20 - Fevereiro - 2019 (fotos 1 e 2); Amora; 27 - Novembro - 2018 (fotos 3 e 4)]
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Borrelho-de-coleira-interrompida (Charadrius alexandrinus)






Borrelho-de-coleira-interrompida *(Charadrius alexandrinus L.) 

Pequena ave da família Charadriidae (com 15-16 cm de comprimento) ocorre em Portugal como residente, migradora de passagem e invernante, podendo ser avistada durante todo o ano, ao longo do litoral do continente, embora seja mais numerosa no sul do que no norte. A sua população é mais abundante fora da época de nidificação, com a chegada de migradores de passagem e de invernantes.
Tem sensivelmente o mesmo tamanho que o borrelho-pequeno-de-coleira, mas distingue-se deste pelas patas pretas e pela coleira incompleta. A fêmea distingue-se do macho pelas cores menos acentuadas nas marcas da cabeça e na coleira (pretas no macho; castanhas na fêmea).
Reprodução: nidifica sobretudo em salinas (utilizando os cômoros de separação dos tanques) e em dunas litorais, consistindo o ninho numa pequena cova ornamentada com restos de conchas. As posturas são constituídas, por via de regra, por três ovos que são incubados durante 24 a 27 dias. As crias são nidífugas, ou seja, abandonam o ninho logo após a eclosão. No entanto, só voam cerca de um mês após o abandono do ninho.
Alimentação: esta ave alimenta-se de vários géneros de invertebrados (insectos, crustáceos, moluscos e vermes marinhos, etc.).
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
*Outros nomes comuns: Areeiro; Corricão; Pássaro-das-areias;
(Local e data do avistamento: Cova do Vapor - Trafaria (concelho de Almada); 25 - Fevereiro - 2019)
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Melro-preto (Turdus merula) (Fêmea)



Melro-preto (Turdus merula L.) (Fêmea)

Família: Turdidae.
Mais informação: aqui
(Local e data do avistamento: Parque urbano de Almada; 20 - Fevereiro - 2019)
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Toutinegra-de-barrete (Sylvia atricapilla)





Toutinegra-de-barrete, ou Toutinegra-de-barrete-preto (Sylvia atricapilla L. )
Pequena ave da família Sylviidae (com cerca de 13 a 15 cm de comprimento,  com 20 a 23 cm de envergadura de asas  e com 14 a 20 gr. de peso) ocorre em Portugal como residente, como migradora de passagem e como invernante, estando presente em todo o território do Continente, embora a sua abundância varie em função, quer da região considerada, quer da época do ano.
De facto, durante a época de nidificação (Primavera e  Verão) é  mais abundante na metade norte do território, onde a maioria da população residente nidifica, rareando na metade sul, situação que se inverte durante o Outono e o Inverno, com a chegada das populações migradoras e  invernantes que em grande número se concentram no sul, em particular, em zonas de olival.
O macho e a fêmea têm nesta espécie plumagens diferentes: enquanto que o "barrete" do macho é preto (daí o nome vulgar de Toutinegra-de-barrete-preto) o da fêmea (representada nas imagens supra) é castanho claro.
Alimentação: a dieta desta espécie é constituída essencialmente por insectos, sobretudo durante a época da reprodução. Durante o Outono e o Inverno, a dieta passa a ser constituída em boa parte por frutos como as azeitonas e bagas de diversas árvores e arbustos.
Reprodução: os ninhos, pouco consistentes,  construídos à base de ervas e musgos, são instalados a  alturas baixas, em ramos de árvores e arbustos. As posturas vão de 3 a 6 ovos que são incubados durante durante 11 a 12 dias. As crias abandonam o ninho 11 a 14 dias após a eclosão.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e data do avistamento: Parque da paz - Almada; 19 - Fevereiro - 2019)
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