domingo, 28 de abril de 2019

Andorinha-dáurica (Cecropis daurica)






Andorinha-dáurica (Cecropis daurica L.; sinónimo: Hirundo daurica)
Família: Hirundinidae;
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante"
Mais informação: aqui.
[Local e data do avistamento: Serra do Louro (Arrábida); 27 - Abril - 2019]
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quarta-feira, 17 de abril de 2019

Chamariz ou Milheirinha (Serinus serinus)



 

Chamariz ou Milheirinha (Serinus serinus L.)
Família: Fringillidae.
Mais informação: aqui.
(Local e data do avistamento: Parque da Paz - Almada; 26 - Março - 2019)
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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Cartaxo-comum (Saxicola rubicola) (Juvenil)

Cartaxo-comum (Saxicola rubicola L.) (Juvenil)
Mais informação sobre a ave: aqui.
(Local e data: Ponta dos Corvos - Seixal; 15 - Abril - 2019)
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quinta-feira, 11 de abril de 2019

Abelharuco (Merops apiaster)


Abelharuco (Merops apiaster L.)
Ave migradora, da família Meropidae, o Abelharuco (também conhecido pelas designações vulgares de Abelharuco-comum, Abelharuco-europeu, Abelheiro, Barranqueiro, Bilheirós, Melharuco e Papa-abelhas) ocorre em Portugal como visitante estival e nidificante, permanecendo no país, desde a chegada, normalmente no mês de Abril, vindo de África, onde passa a invernada, até ao final de Agosto, não sendo, porém, rara a permanência de alguns indivíduos até ao final de Setembro e mesmo até mais tarde.
Embora se distribua, no país, por quase todo o território do Continente, com excepção das regiões mais próximas do litoral a norte do Tejo, o Abelharuco é uma espécie comum nas regiões a sul do Tejo, nas zonas mais quentes da Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes, a norte do mesmo rio, sendo particularmente abundante no interior do Alentejo e rara nas restantes regiões.
Nidifica em túneis escavados por macho e fêmea, geralmente em barreiras de terra, nas margens de cursos de água, ou à beira de caminhos, mas também, mais raramente, no solo, em colónias ou isoladadamente. A construção dos ninhos ocorre, em Portugal, ao longo do mês de abril, período após o qual tem lugar a postura de 4 a 9 ovos que são incubados durante 20 dias. As crias permanecem no ninho durante 20 a 25 dias.
A dieta desta espécie é constituída por uma grande variedade de insectos, mas especialmente por abelhas, nas regiões onde esta espécie ocorra, insectos que podem ser capturados no solo, ou em pleno voo.
(Local e data: Seixal; 11 - Abril - 2019)
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sábado, 6 de abril de 2019

Pega-azul (Cyanopica cyanus)



Pega-azul *(Cyanopica cyanus Pallas) 
Nativa da Península Ibérica e também da China, Coreia, Japão, Mongólia e sul da Rússia, esta ave ocorre em Portugal como residente comum, podendo encontrar-se em quase todas as regiões a sul do Tejo e também na faixa interior a norte do mesmo rio, frequentando sobretudo bosques com boas clareiras e terrenos com arvoredo disperso.
Família: Corvidae.
* Outros nomes comuns: Charneco; Rabão; Rabilongo.
(Local e data do avistamento: Almansil (Loulé); 11 - Março - 2019)
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quarta-feira, 3 de abril de 2019

Caimão ou Galinha-sultana (Porphyrio porphyrio)









  Caimão ou Galinha-sultana * (Porphyrio porphyrio L.)
Ave de apreciáveis dimensões (com cerca de 50 centímetros de comprimento e 1 metro de envergadura de asas) ocorre em Portugal como espécie residente e invernante, pouco comum e localizada.
Facilmente identificável através da plumagem azul e do bico e patas vermelhas, frequenta lagos, lagoas, pauis, pântanos e outras zonas húmidas desde que com abundante vegetação, pois esta serve-lhe de refúgio e providencia-lhe boa parte da alimentação. 
Em Portugal, a espécie, que nos últimos tempos tem vindo a conhecer um notável aumento da sua população,  distribui-se sobretudo pelo sul do território do Continente, com destaque para a região do Algarve, à qual esteve confinada, como residente, até não há muitas décadas. 
Família: Rallidae;
Reprodução: a reprodução pode ocorrer ao longo de quase todo o ano. O ninho, volumoso, é construído por entre a abundante vegetação dos locais onde permanece. As posturas vão de 3 a 5 ovos que são incubados pela fêmea e pelo macho durante 23 a 27 dias. As crias tornam-se independentes cerca de 2 meses após a eclosão.
Alimentação: sendo omnívora, a dieta desta ave é, no entanto, constituída sobretudo por matéria vegetal, com manifesta preferência por caules de tabua (facto que é documentado por algumas das imagens supra) e bunho. 
Estatuto de conservação da espécie: em Portugal: "Vulnerável". Em geral: "Pouco preocupante"
*Outros nomes comuns: Alquimão; Calamão; Camão-comum; 
(Local e data do avistamento: Almansil - Loulé;  11 - Março - 2019)
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sábado, 23 de março de 2019

Pato-trombeteiro (Anas clypeata)







Pato-trombeteiro *(Anas clypeata L. ; Sinónimo: Spatula clypeata L.)
Pato de média dimensão (com cerca de  48 cm de comprimento;  76 cm de envergadura de asas e aproximadamente com 600 gr. de peso) ocorre em Portugal sobretudo como invernante, sendo bastante comum durante a invernada, estando também presente no país como nidificante, embora raro e irregular.
Frequenta sobretudo zonas húmidas em estuários e lagoas costeiras, sendo raro no centro e no interior do país.
Família: Anatidae;
Reprodução: o ninho é construído no solo, por entre a vegetação, na proximidade da água. As posturas variam entre 9 e 11 ovos, durando a incubação entre 21 e 23 dias. As crias, após o abandono do ninho, permanecem na companhia da mãe durante cerca de 6 semanas, só se tornando independentes findo esse lapso de tempo.
Alimentação: ave omnívora, alimenta-se de plâncton (que filtra através do bico);  de insectos  e suas larvas, de pequenos crustáceos e moluscos e bem assim de sementes e outros vegetais que obtém, quer à superfície, quer na coluna de água, quer mesmo no fundo.
Dimorfismo sexual. Os machos desta espécie são muito coloridos, como se pode ver pelas imagens supra, enquanto que a fêmea apresenta uma plumagem acastanhada, bastante semelhante à da fêmea do pato-real, da qual, no entanto, se distingue facilmente atendendo ao bico em forma de espátula que, no aspecto, é semelhante ao do macho.
* Outros nomes comuns: Pato-colhereiro; Bica-larga; Pintalhão.
(Data do avistamento 11 - Março - 2019)
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terça-feira, 19 de março de 2019

Cartaxo-comum (Saxicola rubicola)



Cartaxo-comum (Saxicola rubicola L.) (Fêmea)
Família: Muscicapidae;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
Outras informações: aqui.
[Local e data do avistamento: Fernão Ferro (Seixal); 18 - Março - 2019]

sábado, 16 de março de 2019

Pintassilgo, na hora do banho




Pintassilgo ou Pintassilgo-comum (Carduelis carduelis L.) 

Família: Fringillidae.
Mais informação:aqui.
(Local e data do avistamento: Seixal; 14 - Março - 2019)
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quinta-feira, 14 de março de 2019

Pintarroxo-comum (Linaria cannabina)






Pintarroxo-comum *(Linaria cannabina L.; Sinónimo: Carduelis cannabina L.)
Ave de reduzida dimensões (13 a 14 cm de comprimento; cerca de 21 cm de envergadura de asas; e 15 a 20g de peso)  ocorre em Portugal sobretudo como residente, embora também se encontrem alguns indivíduos invernantes. Como residente é bastante comum e distribui-se por todo o território do Continente, preferindo terrenos abertos, sem árvores ou com poucas, mas com arbustos dispersos, com maior ou menor densidade.
Família: Fringillidae;
Reprodução:  esta espécie pode criar até três ninhadas em cada época de reprodução. O ninho, em forma de taça, é construído em pequenos arbustos. As posturas variam entre 4 e 6 ovos  que são incubados durante cerca de 13 dias. As crias abandonam o ninho 10 a 17 dias após a eclosão.
Alimentação: A dieta da espécie é constituída essencialmente por sementes e, em menor grau, por outros vegetais. Mais raro ainda é o recurso a pequenos invertebrados.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
*Outros nomes comuns: Pintarroxo; Pintarroxo-de-bico-escuro; Sentieiro-encarnado; Cacherá; Linhaça-vermelha; Milheirinha-da-rosa.
(Local e data dos avistamentos: Seixal; 14 - Março - 2019)
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terça-feira, 12 de março de 2019

Mergulhão-pequeno (Tachybaptus ruficollis)






Mergulhão-pequeno (Tachybaptus ruficollis Pallas)
Pequena ave aquática da família Podicipedidae (com 23 a 29 cem de comprimento) o Mergulhão-pequeno (também conhecido, em Portugal, pelas designações populares de Alçacu, Funjudo e Pato-mergulhador) distribui-se por quase toda a Europa, parte da Ásia e África. Ocorre também em Portugal, sendo uma das aves aquáticas nidificantes mais abundantes no nosso país, embora na parte norte seja raro. 
Nidifica em açudes, lagos, lagoas e barragens, com alguma vegetação, uma vez que os ninhos são construídos em plataformas formadas por plantas flutuantes. Pode fazer até duas posturas de 5 a 6 ovos, em cada época de nidificação, época que, em Portugal, vai, geralmente, de finais de março até ao princípio de junho. A incubação dura entre 20 e 21 dias.
A sua dieta é constituída por invertebrados aquáticos (insectos, crustáceos e moluscos) bem como por larvas de anfíbios e de pequenos peixes.
Excelente mergulhador, rapidamente se furta à observação, o que não facilita mesmo nada a vida do fotógrafo.
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante".
(Clicando nas imagens, amplia)