sábado, 21 de fevereiro de 2026

Galeirão-comum (Fulica atra)


Galeirão-comum (Fulica atra L.)
Ave da família Rallidae, ocorre em Portugal como invernante e como residente e nidificante comum, sendo mais abundante no sul do território do Continente do que no norte, encontrando-se também mais frequentemente nas regiões do litoral do que no interior. Frequenta zonas húmidas, providas de água, como pauis, lagoas, incluindo as costeiras, lagos, açudes e charcas, locais onde nidifica. 
Embora seja uma ave omnívora, a sua dieta, no entanto, é constituída sobretudo por ervas e outras plantas.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
(Avistamento: Parque da Paz - Almada; 21 - Fevereiiro -2026)

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Cartaxo-comum (Saxicola rubicola)

 





Cartaxo-comum (Saxicola rubicola L.)  (Fêmea)
Pequena ave da família Muscicapidaecom cerca de 13 cm de comprimento e com 13 a 17 gramas de peso, ocorre em Portugal como residente (e nidificante) comum em todo o território do Continente, sendo mesmo muito comum em algumas regiões, como o Alentejo, Ribatejo e Estremadura, preferindo, aparentemente, os campos e bosques abertos, zonas de montado e orlas de sapal e outras zonas húmidas.
Ave insectívora, constrói o ninho no solo ou em arbustos ou por entre vegetação densa, a baixa altura. As posturas (2 ou 3 por ano) variam entre 4 a 6 ovos que são incubados durante 13 a 14 dias. As crias abandonam o ninho 12 a 16 dias após a eclosão.
Esta espécie apresenta claro dimorfismo sexual: o padrão é semelhante, mas as cores (cabeça preta; peito cor de fogo) no macho são muito vivas, enquanto que na fêmea  são bem mais discretas.
[Avistamento: Vale Milhaços (Corroios- Seixal); 19 - Fevereiro - 2026)]

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Mosca-escorpião-do-sul (Panorpa meridionalis)

Mosca-escorpião-do-sul (Panorpa meridionalis Rambur, 1842)

Taxonomia:
Reino: Animalia;
Filo: Arthropoda;
Classe: Insecta;
Ordem: Mecoptera;
Família: Panorpidae;
Género: Panorpa;
Espécie: Panorpa meridionalis.
Distribuição: Península Ibérica e Sudoeste de França:
Ecologia/habitat: frequenta zonas húmidas, com vegetação abundante.
(Avistamento: Fernão Ferro - Seixal; 17 - Fevereiro - 2026)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Toutinegra-de-cabeça-preta (Curruca melanocephala)




A Toutinegra-de-cabeça-preta ou Toutinegra-dos-valados (Curruca melanocephala Gmelin) (espécie representada na imagem por um macho) é, segundo o Atlas das aves nidificantes de Portugal, uma (pequena) ave residente e nidificante em Portugal, distribuindo-se por todo o território nacional, sendo, no entanto, mais abundante na metade sul do país.
Taxonomia: Ordem: Passeriformes; Família: Sylviidae; Género: Curruca; Espécie: Curruca melanocephala.
Estatuto de conservação da espécie (IUCN): "Pouco preocupante".
(Avistamento:: Parque da Paz -Almada ; 12 - 2 - 2026)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Garça-branca-pequena (Egretta garzetta)




 Garça-branca-pequena (Egretta garzetta L.)

FamíliaArdeidae:
Habitat: zonas húmidas das regiões temperadas da Europa, África e Ásia. Em Portugal ocorre sobretudo como espécie residente bastante comum.
Alimentação: a dieta desta ave é constituída por pequenos animais, incluindo peixes, anfíbios, crustáceos e insectos;
Reprodução: nidificam em colónias, fazendo os ninhos em árvores e arbustos na proximidade da água. A postura varia entre 3 e 5 ovos e a incubação vai de 21 a 25 dias; 
Estatuto de conservação da espécie (IUCN): "Pouco preocupante".
(Avistamento: Estuário do Tejo - Baía do Seixal;  13 - Janeiro - 2026)

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Tentilhão-comum (Fringilla coelebs)



Tentilhão-comum * (Fringilla coelebs L.)

Ave de pequenas dimensões (com cerca de 15 cm de comprimento; 25 a 29 cm de envergadura; e com 18 a 25 gramas de peso) ocorre em Portugal como residente e invernante comum, distribuindo-se por todo país, ainda que seja mais abundante no Norte e Centro do que no Sul. Frequenta sobretudo zonas arborizadas, incluindo pomares e parques públicos.
FamíliaFringillidae;
Alimentação: a dieta desta ave é constituída essencialmente por sementes e outros materiais vegetais (flores, folhas e pequenos rebentos), mas, durante a época da reprodução, muda de dieta que passa a  ser constituída sobretudo por insectos e outros pequenos invertebrados.
Reprodução: por via de regra, esta ave não cria mais que uma ninhada durante cada época de reprodução. O ninho em forma de taça é construído nos ramos das árvores ou arbustos, à altura de 2 a 6 metros a partir do solo. As posturas podem variar entre 3 e 6 ovos que são incubados pela fêmea durante 10 a 16 dias. As crias abandonam o ninho 11 a 18 dias após a eclosão.Fri
Estatuto de conservação da espécie em Portugal: "pouco preocupante"
* Outros nomes comuns: Batachim; Chincalhão; Pimpalhão; Pardal-d'asa-branca.
(Avistamento: Parque da Paz - Almada; 19 - Janeiro -2026)

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Borboletas: Hypolimnas bolina

Hypolimnas bolina (Linnaeus, 1758)
Taxonomia:
Reino: Animalia;
Filo: Arthropoda;
Classe: Insecta;
Ordem: Lepidoptera;
Família: Nymphalidae;
Género: Hypolimnas;
Espécie: H. bolina.

Distribuição: ocorre em habitats tropicais e subtropicais desde a ilha de Madagascar até à Austrália, passando por vários países do Sul e Sudeste da Ásia.
[Avistamento: Orchha (Índia); 20 - Agosto - 2010]

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Petinha-dos-prados (Anthus pratensis)





 Petinha-dos-prados (Anthus pratensis L.)
Ave de pequenas dimensões, com cerca de 15 cm de comprimento, ocorre em Portugal como invernante muito comum. Enquanto permanece no país, desde Outubro, altura da chegada, até finais de Março, quando se dá o regresso aos locais de nidificação,no Norte da Europa e da Ásia, frequenta sobretudo terrenos relvados, mesmo em meios urbanos, mas também pode ser encontrada em olivais e outros campos cultivados e em zonas húmidas, como arrozais e margens de cursos de água.
FamíliaMotacillidae;
Alimentação: a dieta desta espécie é essencialmente constituída por invertebrados (insectos e aranhas), mas também pode incluir algumas sementes. 
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Avistamento: Parque da Paz - Almada; 1- Dezembro - 2025)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Perna-vermelha-comum (Tringa totanus)

 



Perna-vermelha-comum *(Tringa totanus L.)
Ave limícola da família Scolopacidae, ocorre em Portugal como invernante e como migrador de passagem bastante comum e como nidificante raro. É avistável sobretudo ao longo do litoral principalmente nos meses de Agosto a Abril e também pode ser encontrado, embora raramente, em algumas zonas húmidas do interior. A população nidificante em Portugal não tem grande expressão numérica, havendo, no entanto, notícia de alguns casos de nidificação em salinas, aquaculturas e sapais, mormente em locais na proximidade dos estuários do Mondego, do Tejo e do Sado, bem como na Ria Formosa e na Reserva de Castro Marim.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
* Outros nomes comuns: Perna-vermelha; Chalreta; Maçarico; Xibele.
[Avistamento: Estuário do Tejo - Baía do Seixal (Amora - Seixal); 13 - Janeiro 2026]

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Perna-verde-comum (Tringa nebularia)

 



Perna-verde-comum ou Maçarico-cinzento (Tringa nebularia Gunnerus)

Ave da família Scolopacidae, ocorre em Portugal sobretudo como espécie invernante (pouco numerosa) e como migradora de passagem (de Março a Maio para os locais de nidificação no Norte da Europa e a partir do final do Verão em direcção a África, local onde, em grande número, passa a invernada). A espécie pode, no entanto, ser observada em Portugal, durante todo o ano, visto que aqui permanecem alguns (poucos) exemplares não reprodutores. 
As populações invernante e migradoras (aquela, aparentemente mais numerosa do que as restantes) raramente são avistadas no interior do país, encontrando-se sobretudo ao longo do litoral, ocorrendo as maiores concentrações na Ria Formosa (Algarve) e nos estuários do Tejo e do Sado.
Semelhante ao Perna-vermelha-comum, dele se distingue, no entanto, com relativa facilidade, se se atentar na cor das pernas (verdes) e no bico ligeiramente encurvado. 
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante".
Avistamento: Estuário do Tejo (Amora - Baía do Seixal); 13 - Janeiro - 2026]

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Felosa-comum (Phylloscopus collybita)





Felosa-comum *(Phylloscopus collybita Vieillot)
Pequena ave da família Phylloscopidae (com cerca de 10 cm de comprimento e 6 a 9 gramas de peso) ocorre em Portugal como invernante muito comum, podendo ser facilmente avistada enquanto permanece no país, sobretudo de Novembro a Março. Como nidificante em Portugal é muito rara, sendo, aliás, muto escassas as confirmações de nidificação.
Reprodução: a felosa-comum cria em geral duas ninhadas em cada ano. As posturas variam entre 4 a 7  ovos que são incubados durante 13 a 15 dias. As crias abandonam o ninho 14 a 16 dias após a eclosão.
Dieta: a alimentação é constituída essencialmente insectos.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
*Outros nomes comuns: Felosinha-comum; Tolinha-das-couves; Bago-d'uva; Fuim; Fulecra.
(Avistamento: Parque da Paz - Almada; 4 - Janeiro - 2026)

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros)




Rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros Gmelin.) (macho)
Ave residente e nidificante em Portugal, distribuindo-se sobretudo pelo território a norte do Tejo, alargando-se, no entanto, a sua distribuição a todo o país, com a chegada de invernantes, durante o Outono e o Inverno.
FamíliaMuscicapidae;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Avistamento:  Almada, 7 - Janeiro - 2026)

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Coleópteros: Xanthogaleruca luteola

 

Xanthogaleruca luteola (O.F.Müller, 1766)
Taxonomia:
Reino: Animalia;
Filo: Arthropoda;
Classe: Insecta;
Ordem: Coleoptera;
Família: Chrysomelidae;
Subfamília: Galerucinae;
Género: Xanthogaleruca;
Espécie: X. luteola.

Distribuição: Coleóptero com 6 a 8 mm de comprimento, é uma espécie nativa da Europa e da Ásia, com distribuição original desde Portugal até à Ásia Central, mas, entretanto introduzida na América do Norte, América do Sul e Austrália.
(Avistamento: Parque da Paz - Almada; 1 - Dezembro - 2025)