sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Marrequinha-de-coleira (Callonetta leucophrys)

 (Fêmea)

(Macho)
A Marrequinha-de-coleira, também designada por Marreca-de-coleira (nome científico: (Callonetta leucophrys Vieillot ) é uma espécie da família Anatidae, cujas populações se distribuem pelo centro  da América do Sul (Uruguai, Paraguai, leste da Bolívia, sul do Brasil e norte da Argentina) onde vivem em zonas inundadas ou alagadas rodeadas de árvores.
Em Portugal, podem, ocasionalmente, ser encontrados indivíduos isolados, em liberdade (é o caso dos exemplares reproduzidos nas fotografias supra), mas trata-se, sem dúvida, de indivíduos evadidos de cativeiro, pois não há registos, nem de populações estabelecidas, nem de casos de nidificação.
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante".
[Local e datas: Parque da Paz - Almada; 23 - novembro - 2009 (Fêmea); 04 - outubro -2010 (Macho)]
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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Desculpem lá insistir...

...mas só hoje consegui umas quantas fotografias satisfatórias do Bico-de-lacre-comum (Estrilda astrild L.)
Ora vejam estas duas.



(Local  e data: Parque da paz - Almada; 23 - novembro - 2011)
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Cisne-coscoroba (Coscoroba coscoroba)

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Cisne-coscoroba (Coscoroba coscoroba Molina), designado no Brasil por Capororoca,é uma ave da família Anatidae, originária da América do Sul, onde vive em lagos e lagoas, geralmente, de água doce, podendo também encontrar-se em  pequenos charcos de água salobra, na proximidade do mar. A sua população distribui-se por todo o cone sul da América, desde a Patagónia (sul da Argentina e do Chile) até ao Uruguai e Brasil (Rio Grande do Sul).
Espécie omnívora, alimenta-se de plantas e de pequenos animais. 
Constrói o ninho, onde põe entre 4 a 9 ovos, no solo, entre vegetação alta, na proximidade da água. A incubação dura cerca de 35 dias e está inteiramente a cargo da fêmea. O macho não participa na incubação, mas permanece por perto do ninho.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
Em Portugal, esta ave, por regra, só pode ser avistada em cativeiro, como é o caso do exemplar da foto em baixo, fotografado no Parque Zoológico de Lagos.
Todavia, a(s) ave(s) reproduzidas nas fotos supra foram fotografadas em liberdade, no Parque da Paz, em Almada, em quatro datas diferentes: 13- 11 - 2008 (foto 1); 09 - 12 - 2008 (foto 2); 12 - 01- 2009 (foto3); e 07 - 02 - 2009 (foto 4). Trata-se, por certo, de ave ou aves evadidas do cativeiro, já que não é provável que tenha(m) conseguido levar a bom termo uma tão longa travessia do Atlântico.


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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Bico-de-lacre (Estrilda astrild)




Bico-de-lacre  (Estrilda astrild L.) 
Não foi a primeira vez que avistei esta ave. Já em 2008 a encontrei nas proximidades da Lagoa de Santo André. Porém, encontrá-la no Parque da Paz, em Almada, foi uma novidade.
Sobre a ave, mais informação: aqui
(Local e data: Parque da Paz - Almada; 15 - novembro - 2011)
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Cenas da vida animal: Uma adaptação do "quem não chora não mama"


Um(a) progenitor(a) e um filhote de Alvéola-branca-comum (Motacilla alba alba

(Local e data: Termas do Cró - Rapoula do Côa - Sabugal; 25 - junho - 2011)
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Cenas da vida animal: aprendendo a lição

Filhotes de Pavão-indiano (Pavo cristatus L.) atentos à lição ministrada pela mãe (Pavoa) sobre a "arte" de bem matar a fome.
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domingo, 16 de outubro de 2011

sábado, 15 de outubro de 2011

Um viajante "sortudo": Chasco-cinzento (Oenanthe oenanthe)

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Um viajante "sortudo" este Chasco-cinzento (Oenanthe oenanthe L.). 
Ainda há dias (em 27 de setembro) andava a passear pelas alturas da Serra da Estrela (foto 1) e já em 10 de Outubro andava todo satisfeito por estas bandas (fotos 2, 3 e 4). Quando digo "por estas bandas", quero eu dizer, por Almada - Parque da Paz, onde aparece, todos os anos, por esta altura. Mas "sortudo" porquê? Ora, está bem de ver:  não teve que pagar portagens.
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Regresso dum migrante: Papa-mosca-preto






Papa-moscas-preto (Ficedula hypoleuca Pallas)

(Série de imagens para assinalar o regresso do Papa-moscas-preto)
Mais informação: aqui.
(Local e data: Parque da Paz - Almada; 10 - outubro - 2011)
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Colhereiro-africano (Platalea alba)



Colhereiro-africano (Platalea alba Scopoli)
Ave da família Threskiornithidae, distribui-se por vários países do sul de África, estando também presente em Madagáscar. Habita nas proximidades de regiões pantanosas, de lagos, de lagoas pouco profundas e doutras superfícies de água doce ou salobra, raramente salgada, onde se alimenta de invertebrados, pequenos peixes e rãs.
Nidifica geralmente em colónias, construindo os ninhos em árvores, tendo cada postura 2 a 4 ovos (em regra 3) que são incubados pelos dois progenitores os quais alimentam os filhotes não só durante a permanência no ninho, mas também durante algumas semanas após o abandono do ninho.
A espécie reproduz-se me cativeiro.
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante"
(Local da obtenção das imagens: Parque Zoológico de Lagos)
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domingo, 25 de setembro de 2011

Crocodilo-anão (Osteolaemus tetraspis)

Crocodilo-anão (Osteolaemus tetraspis Cope)
Espécie da família Crocodylidae, o Crocodilo-anão é o mais pequeno dos crocodilos, não atingindo, em regra, mais de 1,5m de comprimento. Distribui-se pelos países africanos ribeirinhos do Golfo da Guiné, desde o norte de Angola até ao Senegal, onde habita em rios pouco caudalosos, em pântanos e noutras superfícies aquáticas existentes na floresta tropical das terras baixas. Alimenta-se dentro de água ou nas suas proximidades, de pequenos mamíferos, crustáceos, anfíbios e de animais invertebrados aquáticos.
Estatuto de conservação da espécie: "Vulnerável"
(Local: Parque Zoológico de Lagos)  
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domingo, 18 de setembro de 2011

sábado, 17 de setembro de 2011

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Mergulhão-pequeno (Tachybaptus ruficolis)



Mergulhão-pequeno (Tachybaptus ruficolis Pallas)

Pequena ave aquática da família Podicipedidae (com 23 a 29 cem de comprimento)  o Mergulhão-pequeno (também conhecido, em Portugal, pelas designações populares de Alçacu, Funjudo e Pato-mergulhador) distribui-se por quase toda a Europa, parte da Ásia e África. Ocorre também em Portugal, sendo uma das aves aquáticas nidificantes mais abundantes no nosso país, embora na parte norte seja raro. Nidifica em açudes, lagos, lagoas e barragens, com alguma vegetação, uma vez que os ninhos são construídos em plataformas formadas por plantas flutuantes. Pode fazer até duas posturas de 5 a 6 ovos, em cada época de nidificação, época que, em Portugal, vai, geralmente, de finais de março até ao princípio de junho. A incubação dura entre 20 e 21 dias.
A sua dieta é constituída por invertebrados aquáticos (insectos, crustáceos e moluscos) bem como por larvas de anfíbios e de pequenos peixes.
Excelente mergulhador, rapidamente se furta à observação, o que não facilita mesmo nada a vida do fotógrafo. A fraca qualidade das fotografias supra é prova disso mesmo.
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante".
(Local e data: Herdade dos Salgados - Algarve; 30 - agosto - 2011)
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domingo, 11 de setembro de 2011

domingo, 4 de setembro de 2011

Abelharuco (Merops apiaster)





Abelharuco (Merops apiaster L.)

Ave migradora, da família Meropidae, o Abelharuco (também conhecido pelas designações vulgares de Abelharuco-comum, Abelharuco-europeu, Abelheiro, Barranqueiro, Bilheirós, Melharuco e Papa-abelhas) ocorre em Portugal como visitante estival e nidificante, permanecendo entre nós, desde a chegada, normalmente no mês de abril, vindo de África, onde passa a invernada, até ao final de agosto, não sendo, porém, rara a permanência de alguns indivíduos até ao final de setembro e mesmo até mais tarde.
Embora se distribua, no nosso país, por quase todo o território do Continente, com excepção das regiões mais próximas do litoral a norte do Tejo,  o Abelharuco é uma espécie comum nas regiões a sul do Tejo, nas zonas mais quentes da Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes, a norte do mesmo rio, sendo particularmente abundante no interior do Alentejo e rara nas restantes regiões.
Nidifica em túneis escavados por macho e fêmea, geralmente em barreiras de terra, nas margens de cursos de água, ou à beira de caminhos, mas também, mais raramente, no solo, em colónias ou isoladadamente. A construção dos ninhos ocorre, em Portugal, ao longo do mês de abril, período após o qual tem lugar a postura de 4 a 9 ovos que são  incubados durante 20 dias. As crias  permanecem no ninho durante 20 a 25 dias.
A dieta desta espécie é constituída por uma grande variedade de insectos, mas especialmente por abelhas, nas regiões onde esta espécie ocorra,  insectos que podem ser capturados no solo, ou em pleno voo.
(Local e data: Baixo Alentejo, nas proximidades de Mértola; 19 - agosto - 2011)
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