segunda-feira, 15 de julho de 2019

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Rola-brava (Streptopelia turtur)

Rola-brava (Streptopelia turtur L.)
Família: Columbidae;
Mais informação: aqui.
[Local e data do avistamento: Troviscal (Sertã); 5 - Julho - 2019]
(Clicando na imagem, amplia)

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Em trabalhos de construção civil ...

...começando, naturalmente, pela feitura da argamassa.





Andorinha-dáurica (Cecropis daurica L.; sin.: Hirundo daurica)
Família: Hirundinidae
Alguma outra informação sobre esta espécie: aqui.
[Local e data do avistamento: Fernão Ferro (Seixal); 6 - Maio - 2019] 
(Clicando sobre as imagens, amplia)

quarta-feira, 12 de junho de 2019

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Pombo-torcaz (Columba palumbus) - um ninho com 2 crias

Tal como Miguel Torga eu também "sei um ninho". Neste caso, um ninho de Pombo-torcaz, com 2 duas crias que, a estas horas já andam por aí a voar. E (digo eu, regressando ao poema de Miguel Torga) a fazer o pino.
(Fotografia obtida no concelho de Almada, em 22 de Maio de 2019. E sim, é verdade, os pombos já abandonaram o ninho.)

terça-feira, 28 de maio de 2019

sábado, 18 de maio de 2019

Chapim-real (Parus major)


Chapim-real *(Parus major L.)
Sendo embora o maior dos chapins que ocorrem em Portugal, ainda assim o Chapim-real é uma pequena ave com cerca de 14 cm de comprimento, envergadura de asas à volta de 25 cm e com cerca de 20 gramas de peso. 
Em Portugal ocorre quer como invernante, quer sobretudo como residente e nidificante bastante comum, podendo encontrar-se ao longo de todo o território, frequentando principalmente bosques e outras zonas arborizadas.
Família Paridae;
Reprodução: Por via de regra, o ninho é construído em cavidades de árvores, de muros ou paredes, podendo a ave criar mais que uma ninhada em cada ano. A dimensão da posturas é variável, podendo ir desde 3 a 9 ovos, que são incubados durante 13 a 14 dias. As crias abandonam o ninho cerca de 16 dias após a eclosão.
Alimentação: a dieta é constituída essencialmente por variados insectos. Em épocas com menos abundância de presas, a ave também recorre a frutos e sementes.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
* Outros nomes comuns: Mejengra; Aguça-a-serra; Pimpim-servém; Chincharravelha.

(Local e data do avistamento; Parque da Paz - Almada; 17 - Maio - 2019)
(Clicando nas imagens, amplia)

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Gaio (Garrulus glandarius)



Gaio  (Garrulus glandarius L.)
Família: Corvidae;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
[Local e data do avistamento: Parque da Paz - Almada; 25/28 - Abril - 2019]
(Clicando nas imagens, amplia)

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Pombo-torcaz (Columba palumbus)







Pombo-torcaz (Columba palumbus L.) 

O Pombo-torcaz, com cerca de 45 cm de comprimento e com 75 a 80 cm de envergadura de asas, é o mais corpulento de todos os pombos presentes na Europa, podendo atingir um peso próximo dos 600 gramas.
Ocorre em Portugal como residente e invernante comum, sendo, enquanto residente e nidificante, mais abundante no Norte e Centro do país, ao passo que, durante a invernada, é mais frequente no Alentejo, onde encontra maior abundância de alimento.
Frequenta sobretudo bosques e florestas, mas pode também ser encontrado em parques urbanos desde que arborizados.
Família: Columbidae;
Reprodução: A época de reprodução inicia-se em Portugal no início de Março. O ninho é construído na copa das árvores, sendo formado por uma plataforma pouco elaborada feita à base de pequenos ramos e ervas secas. As posturas (1 ou 2 em cada ano) raramente vão além de 1 ou 2 ovos. Estes são incubados pela fêmea e pelo macho durante cerca de 17 dias. As crias só abandonam o ninho passados 20 a 35 dias após a eclosão. 
Alimentação: a dieta desta ave é constituída por sementes de vários cereais e, sobretudo, por bolotas de sobreiros, azinheiras e carvalhos.
Estatuto de conservação da espécie: embora seja objecto da actividade venatória, o estatuto do Pombo-torcaz quanto à sua conservação é considerado "pouco preocupante"
(Local e data do avistamento: Parque da Paz - Almada;  11 - Março - 2019)
(Clicando nas imagens, amplia)

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Pintarroxo, na hora do banho




Pintarroxo-comum *(Linaria cannabina L.; Sinónimo: Carduelis cannabina L.)
Família: Fringilidae.
*Outros nomes comuns: Pintarroxo; Pintarroxo-de-bico-escuro; Sentieiro-encarnado; Linhaça-vermelha; Milheirinha-da-rosa.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
Mais informação sobre esta ave: aqui
[Local e data do avistamento: Fernão Ferro (Seixal); 6 - Maio - 2019]
(Clicando nas imagens, amplia)

domingo, 28 de abril de 2019

Andorinha-dáurica (Cecropis daurica)






Andorinha-dáurica (Cecropis daurica L.; sinónimo: Hirundo daurica)
Família: Hirundinidae;
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante"
Mais informação: aqui.
[Local e data do avistamento: Serra do Louro (Arrábida); 27 - Abril - 2019]
(Clicando nas imagens, amplia)

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Chamariz ou Milheirinha (Serinus serinus)



 

Chamariz ou Milheirinha (Serinus serinus L.)
Família: Fringillidae.
Mais informação: aqui.
(Local e data do avistamento: Parque da Paz - Almada; 26 - Março - 2019)
(Clicando nas imagens, amplia)

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Cartaxo-comum (Saxicola rubicola) (Juvenil)

Cartaxo-comum (Saxicola rubicola L.) (Juvenil)
Mais informação sobre a ave: aqui.
(Local e data: Ponta dos Corvos - Seixal; 15 - Abril - 2019)
(Clicando sobre a imagem, amplia)

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Abelharuco (Merops apiaster)


Abelharuco (Merops apiaster L.)
Ave migradora, da família Meropidae, o Abelharuco (também conhecido pelas designações vulgares de Abelharuco-comum, Abelharuco-europeu, Abelheiro, Barranqueiro, Bilheirós, Melharuco e Papa-abelhas) ocorre em Portugal como visitante estival e nidificante, permanecendo no país, desde a chegada, normalmente no mês de Abril, vindo de África, onde passa a invernada, até ao final de Agosto, não sendo, porém, rara a permanência de alguns indivíduos até ao final de Setembro e mesmo até mais tarde.
Embora se distribua, no país, por quase todo o território do Continente, com excepção das regiões mais próximas do litoral a norte do Tejo, o Abelharuco é uma espécie comum nas regiões a sul do Tejo, nas zonas mais quentes da Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes, a norte do mesmo rio, sendo particularmente abundante no interior do Alentejo e rara nas restantes regiões.
Nidifica em túneis escavados por macho e fêmea, geralmente em barreiras de terra, nas margens de cursos de água, ou à beira de caminhos, mas também, mais raramente, no solo, em colónias ou isoladadamente. A construção dos ninhos ocorre, em Portugal, ao longo do mês de abril, período após o qual tem lugar a postura de 4 a 9 ovos que são incubados durante 20 dias. As crias permanecem no ninho durante 20 a 25 dias.
A dieta desta espécie é constituída por uma grande variedade de insectos, mas especialmente por abelhas, nas regiões onde esta espécie ocorra, insectos que podem ser capturados no solo, ou em pleno voo.
(Local e data: Seixal; 11 - Abril - 2019)
(Clicando nas imagens, amplia)

sábado, 6 de abril de 2019

Pega-azul (Cyanopica cyanus)



Pega-azul *(Cyanopica cyanus Pallas) 
Nativa da Península Ibérica e também da China, Coreia, Japão, Mongólia e sul da Rússia, esta ave ocorre em Portugal como residente comum, podendo encontrar-se em quase todas as regiões a sul do Tejo e também na faixa interior a norte do mesmo rio, frequentando sobretudo bosques com boas clareiras e terrenos com arvoredo disperso.
Família: Corvidae.
* Outros nomes comuns: Charneco; Rabão; Rabilongo.
(Local e data do avistamento: Almansil (Loulé); 11 - Março - 2019)
(Clicando nas imagens, amplia)

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Caimão ou Galinha-sultana (Porphyrio porphyrio)









  Caimão ou Galinha-sultana * (Porphyrio porphyrio L.)
Ave de apreciáveis dimensões (com cerca de 50 centímetros de comprimento e 1 metro de envergadura de asas) ocorre em Portugal como espécie residente e invernante, pouco comum e localizada.
Facilmente identificável através da plumagem azul e do bico e patas vermelhas, frequenta lagos, lagoas, pauis, pântanos e outras zonas húmidas desde que com abundante vegetação, pois esta serve-lhe de refúgio e providencia-lhe boa parte da alimentação. 
Em Portugal, a espécie, que nos últimos tempos tem vindo a conhecer um notável aumento da sua população,  distribui-se sobretudo pelo sul do território do Continente, com destaque para a região do Algarve, à qual esteve confinada, como residente, até não há muitas décadas. 
FamíliaRallidae;
Reprodução: a reprodução pode ocorrer ao longo de quase todo o ano. O ninho, volumoso, é construído por entre a abundante vegetação dos locais onde permanece. As posturas vão de 3 a 5 ovos que são incubados pela fêmea e pelo macho durante 23 a 27 dias. As crias tornam-se independentes cerca de 2 meses após a eclosão.
Alimentação: sendo omnívora, a dieta desta ave é, no entanto, constituída sobretudo por matéria vegetal, com manifesta preferência por caules de tabua (facto que é documentado por algumas das imagens supra) e bunho. 
Estatuto de conservação da espécie: em Portugal: "Vulnerável". Em geral: "Pouco preocupante"
*Outros nomes comuns: Alquimão; Calamão; Camão-comum; 
(Local e data do avistamento: Almansil - Loulé;  11 - Março - 2019)
(Clicando nas imagens, amplia)