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sexta-feira, 7 de julho de 2023

Grifo (Gyps fulvus)

 





Grifo (Gyps fulvus Hablizl)
Família: Accipitridae;
Estatuto de conservação da espécie (IUCN): "Pouco preocupante"; em Portugal: "Quase ameaçado"
Outras imagens e + informação: aqui.
[Avistamento: Zimbreira (Mação); 7 - Julho - 2023]
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

Grifo (Gyps fulvus)





Grifo * (Gyps fulvus Hablizl)
Ave de grandes dimensões (com mais de 1 m de comprimento e cerca de 2,7 m de envergadura) ocorre em território português do Continente, como residente e nidificante, embora não muito comum, distribuindo-se, sobretudo, pelo interior do país, em particular ao longo dos vales dos rios Douro e doTejo e no Alentejo (na Serra de São Mamede e na zona de Barrancos) estimando-se que o número de casais nidificantes em território nacional ande à volta das 3 centenas. 
Família: Accipitridae;
Alimentação: ave necrófaga, a sua dieta é constituída por carne de animais mortos, em grande medida  provenientes de rebanhos de cabras e de ovelhas e de outro gado doméstico, quer abandonados no campo, quer levados para "comedouros", locais criados para depósito de animais mortos com a finalidade de proporcionar alimento a aves necrófagas.
Reprodução: Os ninhos são instalados em saliências, fendas ou cavidades de escarpas rochosas em locais de difícil acesso para humanos. A postura anual ocorre entre Janeiro e Junho e é constituída por um só ovo incubado durante cerca de 52 dias, por ambos os progenitores. A cria só abandona o ninho para realizar o seu primeiro voo depois de decorridos 110 a 115 dias após a eclosão.
Estatuto de conservação da espécie (IUCN): "Pouco preocupante"; em Portugal: "Quase ameaçado"
*Outros nomes comuns: Abutre-fouveiro;  Grifo-comum; Abutre-leonado:
[Avistamentos: vale do rio Erges em Salvaterra do Extremo; 27 - Junho - 2021 (foto1); proximidades da povoação de Zimbreira (Mação); 14 - Junho - 2021 (fotos restantes)]
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sábado, 27 de novembro de 2010

Milhafre-preto (Milvus migrans)

Milhafre-preto (Milvus migrans Boddaert)

Ave da família Accipitridae, distribui-se por vastas regiões da Europa, Ásia, África, Austrália e Oceania, como residente nas regiões tropicais, como migradora de verão nas regiões temperadas da Europa e da Ásia e como migradora de inverno em algumas regiões de África e da Austrália.
 Permanece em Portugal, onde nidifica, de Março a Agosto, havendo, no entanto registo de alguns avistamentos durante os restantes meses do ano. Distribui-se por todo o território do Continente, de forma não regular, sendo mais abundante no interior do Alentejo, no Ribatejo, nas Beiras (Alta, Baixa e Litoral) e em Trás-os-Montes e Alto Douro.
Como ave de rapina que é,  contam-se entre as suas presas outras aves, pequenos mamíferos, anfíbios e repteis, mas como bom oportunista alimentar que também é, o Milhafre-preto varia a sua dieta de acordo com as disponibilidades existentes, podendo procurar alimento em lixeiras e aproveitar-se, como necrófago, de cadáveres de outros animais.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e data: Udaipur - Índia; 24- Agosto - 2010)
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domingo, 24 de outubro de 2010

Abutre-de-bico-longo (Gyps indicus)



Abutre-de-bico-longo (Gyps indicus Scopoli)

O Abutre-de-bico-longo, também designado por Abutre-indiano é uma ave da família Accipitridae, cuja área de distribuição está limitada à  Índia e ao Paquistão.
Estatuto de conservação da espécie: "em perigo crítico" de extinção. A causa do declínio da espécie é atribuída à ingestão de carne de animais mortos contaminada com diclofenaco, substância utilizada no tratamento de animais e que provoca insuficiência renal nos abutres, acabando por lhes causar a morte.
(Local e data: Orchha - Índia; 20 - Agosto - 2010)
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