quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Toutinegra-de-barrete-preto (Sylvia atricapilla)

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Toutinegra-de-barrete-preto (Sylvia atricapilla L. )
Pequena ave da família Sylviidae (com cerca de 13 a 15 cm de comprimento,  com 20 a 23 cm de envergadura de asas e com 14 a 20 gr. de peso) ocorre em Portugal como residente, como migradora de passagem e como invernante, estando presente em todo o território do Continente, embora a sua abundância varie em função, quer da região considerada, quer da época do ano.
De facto, durante a época de nidificação (Primavera e  Verão) é  mais abundante na metade norte do território, onde a maioria da população residente nidifica, rareando na metade sul, situação que se inverte durante o Outono e o Inverno, com a chegada das populações migradoras e  invernantes que em grande número se concentram no sul, em particular, em zonas de olival.
O macho e a fêmea têm nesta espécie plumagens diferentes: enquanto que o "barrete" do macho é preto, como se pode verificar pelas fotos 1 a 4 (daí o nome vulgar de Toutinegra-de-barrete-preto) o da fêmea (cfr. foto 5) é castanho claro.
Alimentação: a dieta desta espécie é constituída essencialmente por insectos, sobretudo durante a época da reprodução. Durante o Outono e o Inverno, a dieta passa a ser constituída em boa parte por frutos como as azeitonas e bagas de diversas árvores e arbustos.
Reprodução: os ninhos, pouco consistentes, construídos à base de ervas e musgos, são instalados a  alturas baixas, em ramos de árvores e arbustos. As posturas vão de 3 a 6 ovos que são incubados durante durante 11 a 12 dias. As crias abandonam o ninho 11 a 14 dias após a eclosão.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante".
(Local e data do avistamento: Parque da paz - Almada; 8 - Janeiro - 2020)
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terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Peneireiro-vulgar (Falco tinnunculus)





 
 Peneireiro-vulgar (Falco tinnunculus L.)
Ave da família Falconidae é também designado como Peneireiro-de-dorso-malhado, Peneireiro-comum, Cigarreiro, Lagarteiro ou mais simplesmente como Peneireiro
É uma espécie relativamente comum em Portugal onde ocorre sobretudo como residente, admitindo-se que possam existir no território do Continente uns 3000 casais. 
Como ave de rapina que é, frequenta sobretudo campos abertos, como pastagens e outros terrenos agrícolas, bem como baldios em zonas urbanas, locais onde encontra condições mais favoráveis à caça dos animais de que se alimenta.
Alimentação: a dieta desta espécie é constituída pelas presas que caça, onde se incluem vertebrados (mamíferos, aves, répteis e anfíbios) e invertebrados (sobretudo insectos).
Reprodução: a época de reprodução tem geralmente início em Portugal por meados de Março, prolongando-se até finais de Junho. Os ninhos são construídos em cavidades em escarpas, falésias e pedreiras e montes abandonados, bem como em edifícios geralmente em ruínas. As posturas vão de 3 e 6 ovos que são incubados durante cerca de 28 dias. As crias permanecem no ninho durante aproximadamente 30 dias após a eclosão, mas só se tornam independentes cerca de um mês após o abandono do ninho.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"
(Local e data do avistamento: Ponta dos Corvos - Seixal; 7 - Janeiro -2020)
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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Pisco-de-peito-azul (Luscinia svecica )






Pisco-de-peito-azul *(Luscinia svecica L.)
Pequena ave da família Muscicapidae (com 13 a 14 cm de comprimento e cerca de 20 gramas de peso) ocorre em Portugal sobretudo como migrador de passagem e como invernante relativamente comum, embora localizado, pois encontra-se sobretudo em áreas húmidas e em especial nos estuários do Tejo e do Sado e na Ria Formosa.
Há também notícia de alguns casos raros e ocasionais de nidificação, designadamente na Serra da Estrela e na Serra de Montesinho.
A sua dieta é constituída principalmente por insectos e larvas, mas a ave pode também consumir frutos silvestres e sementes.
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante".
* Outros nomes comuns: Barbinha-azul; Coleira.
(Local e data do avistamento: Baía do Seixal, 6 - Janeiro - 2020)
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domingo, 5 de janeiro de 2020

Colhereiro-europeu (Platalea leucorodia)






Colhereiro-europeu (Platalea leucorodia L.)
FamíliaThreskiornithidae;
Estatuto de conservação da espécie: a nível global - "pouco preocupante"; em Portugal  "vulnerável". 
Outras imagens e alguma informação, designadamente, sobre a ocorrência em Portugal, a dieta e a reprodução da espécie: aqui.
(Local e data do avistamento: Baía do Seixal; 4 - Dezembro - 2019)
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sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros) (Fêmea)


Rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros Gmelin.) (Fêmea)
Família: Muscicapidae;
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante"
Local e data da observação: Baía do Seixal; 27 - Dezembro - 2019
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Pilrito-comum (Calidris alpina)





Pilrito-comum ou Pilrito-de-peito-preto (Calidris alpina L.)
Família: Scolopacidae;
Estatuto de Conservação da espécie: "Pouco preocupante"
[Local e data do avistamento: Estuário do Tejo (Baía do Seixal); 2 - Dezembro - 2019]
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sábado, 7 de dezembro de 2019

Maçarico-de-bico-direito (Limosa limosa)









Maçarico-de-bico-direito (Limosa limosa L.) 
Família: Scolopacidae;
Estatuto de conservação da espécie: em Portugal: "Pouco preocupante"; a nível global: "Quase ameaçada".
Outras informações: aqui.
(Local e data do avistamento: Estuário do Tejo - Baía do Seixal; ´4 - Dezembro - 2019)
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Perna-vermelha-comum (Tringa totanus)





Perna-vermelha-comum (Tringa totanus L.)
Família: Scolopacidae.
Estatuto de conservação da espécie (IUCN): "Pouco preocupante".
Outras informações: aqui.
(Local e data do avistamento: Estuário do Tejo - Baía do Seixal; 2 - Dezembro 2019)
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sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Perna-verde-comum (Tringa nebularia)




Perna-verde-comum (Tringa nebularia Gunnerus)
Família: Scolopacidae;
Estatuto de conservação da espécie: "pouco preocupante".
Outras informações: aqui.
[Local e data: estuário do Tejo - Baía do Seixal; 5 - Novembro - 2019]
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